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31/03/2008 14:14

Reajuste: governador tenta acalmar ânimo de professores

Paulo Fernandes - Campo Grande News

Diante de todos os que acompanhavam a assinatura de convênios para a construção de moradias no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, o governador André Puccinelli disse para o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação), Jaime Teixeira, que o projeto de reajuste salarial que será enviado hoje ou amanhã à Assembléia Legislativa irá atender todos os termos do acordo feito com a categoria em agosto de 2007.

Minutos após Jaime Teixeira dizer ao Campo Grande News que só acreditaria na palavra do governador vendo o projeto, o governador e o presidente da Fetems sentaram-se lado a lado para conversar. “Temos que ser São Tomé”, havia afirmado o presidente sindical. Na conversa, Puccinelli tratou de acalmar o ânimo do sindicalista. “Está melhor do que vocês pediram”, afirmou.

No acordo, ficou definido que o pagamento será feito no 5° dia útil de cada mês e a partir de 2009 no 1° dia útil de cada mês, além de garantir a reposição da inflação do período anterior ao reajuste, acrescido de um ganho real, e a incorporação gradativa da regência.

Entre os trabalhadores na educação, também existem alguns ganham menos do que o novo salário mínimo de R$ 415. A proposta corrige esse problema. “Sou obrigado pela lei federal a cumprir o salário mínimo”, afirmou o governador.

Apesar das declarações, Puccinelli não apresentou o projeto a Jaime Teixeira. O governador disse que nenhuma categoria chegou a ver a proposta e que ele não irá apresentar a elas antes de enviar à Assembléia Legislativa para não atrasar a votação.

Jaime Teixeira foi ao Centro de Convenções não atrás do governador, mas do líder do PT na Assembléia Legislativa, deputado estadual Paulo Duarte, para quem entregou um pedido para que não haja acordo de lideranças para a votação em regime de urgência. O deputado se mostrou favorável ao pedido da Fetems.

O governador disse ainda que os professores poderão fazer greve se a Fetems verificar o não cumprimento do acordo, mas que, neste caso, serão penalizados. “Se eu não cumprir, vocês podem fazer greve e eu corto o ponto”, afirmou.

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