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11/03/2005 15:38

Pesquisa do IBGE mostra queda no custo da construção

Norma Nery / Campo Grande News

O Índice Nacional de Construção Civil (INCC) recuou 0,06 ponto percentual em fevereiro em relação ao resultado de janeiro. A variação foi de 0,65%, enquanto a do mês passado registrou 0,71%. O resultado atual também foi inferior 0,17 ponto percentual na comparação com fevereiro de 2004, que alcançou 0,82%.

O índice calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em convênio com a Caixa Econômica Federal (CEF), indica que o Nordeste teve o maior índice regional em fevereiro(1,64%), pressionado pelos reajustes salariais na Bahia. O Sul ficou em segundo lugar, com alta de 0,80%. As demais regiões registraram variações abaixo da média, sendo 0,59% no Norte; 0,29% no Centro-Oeste e 0,13% no Sudeste.

Na região Nordeste também foram registrados os acumulados mais elevados no ano (2,61%) e em doze meses (12,82%). O menor acumulado ocorreu no Sudeste (0,58%) e, em doze meses, o do Norte (9,87%). Já os custos regionais foram: R$ 548, 45 no Sudeste, R$ 519,59 no Sul; R$ 492,52 no Centro-Oeste; R$ 492,48 no Norte e R$ 475,84 no Nordeste.

Os reajustes salariais das categorias profissionais da construção civil foram decisivos no Amapá, que registrou o maior índice mensal (3,93%), seguido da Bahia (3,76%). A menor variação de janeiro para fevereiro foi em Alagoas (0,06%), vindo em seguida, São Paulo (0,07%); Rio Grande do Norte (0,10%); Rio de Janeiro (0,11%) e Goiás (0,16%). O Amapá teve o acumulado mais alto no ano (7,23%) e a Paraíba em doze meses (17,33%).

O custo nacional por metro quadrado passou de R$ 511,33 para R$ 514,66, sendo R$ 320,57 relativos aos materiais e R$ 212,09 à mão de obra. A parcela dos materiais, que em janeiro variou 0,75%, em fevereiro subiu 0,69% (desaceleração de 0,06 ponto percentual). No ano, a alta foi de 1,45% e em doze meses 13,81%. A mão de obra variou de 0,60%, apresentando uma queda de 0,06 ponto percentual em relação à janeiro (0,66%). No ano, subiu 1,27% e nos últimos doze meses o índice foi de 7,25%.

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