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19/06/2014 09:00

Mulher é presa por vender filhas a R$ 100 para exploradores sexuais

Campo Grande News

A partir da apreensão de um adolescente de 16 anos, que segundo as investigações estuprava a irmã de 9, a Polícia descobriu que a mãe do garoto, uma mulher de 33 anos explorava sexualmente as outras duas filhas. O caso ocorreu em Bonito, a 257 quilômetros de Campo Grande. Segundo relatos das crianças ao MPE (Ministério Público Estadual), a mãe cobrava R$ 100 para que os homens abusassem delas. A mulher, que é usuária de droga, está presa desde anteontem (17).

De acordo com a tia dos menores, de 34 anos, a mãe das crianças tem cinco filhos: duas meninas, uma de 7 e outra de 9 anos, e três meninos, de 5, 12 e 16 anos. Depois do escândalo, as garotas estão morando com a tia, dois dos meninos moram no abrigo e o mais velho foi apreendido. Ele, segundo a família, cometeu ao menos três estupros na cidade, dois contra as duas irmãs mais velhas.

Ainda conforme a tia, o caso veio à tona depois que o adolescente foi preso. “As meninas contaram que além de serem violentadas pelo irmão, a mãe as vendia para que homens passassem a mão no corpo delas. Elas sofriam violência sexual tanto em casa, quanto na rua”, relata revoltada a irmã da acusada, que procurou a delegacia e, também, ajuda do Ministério Público da cidade para relatar a situação.

O promotor Luciano Furtado, que acompanha o caso, disse que no Ministério Público Estadual existem dois processos - uma medida de proteção e um processo criminal cautelar - para que a mãe não se aproxime dos filhos. No entanto, a acusada continuou tentando contato com as crianças, além de interferir nos depoimentos. “Ela estava procurando os homens e orientando o que eles tinham que falar para a Polícia”, conta.

Desta forma, o Ministério Público pediu a prisão provisória da mulher, porém o inquérito está em investigação e ainda não foi denunciado pelo órgão. Luciano relata ainda que as crianças confirmaram para a psicóloga do Poder Judiciário que eram abusadas sexualmente e a mãe recebia por isso. A delegacia do município também apura o caso.

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