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23/12/2003 15:59

Moeda prateada de R$ 1 vira caso de polícia

Kelly Oliveira/ABr

As moedas prateadas de R$ 1 deveriam ter saído oficialmente de circulação nessa segunda-feira. No entanto, segundo o Banco Central, ainda existem cerca de 174 milhões no mercado. E não é só isso. Nas ruas, as pessoas, mesmo que em menor escala, continuam usando a "pratinha".

No comércio, algumas lojas ainda aceitam as moedas com o objetivo de depositar ou trocar nas agências bancárias. Essa é o caso de uma padaria, localizada no bairro da Asa Norte, em Brasília. Segundo o gerente, Rafael Bicinoto, os clientes continuam comprando com as moedas. "A gente aceita as moedas. Afinal não deixa de ser dinheiro”, afirma.

Já o comerciante João Roque, proprietário de uma loja de objetos de R$ 1,99, conta que além de receber as moedas antigas, também repassa como troco para os clientes. “Nessa época de final de ano, não sobra tempo para ir ao banco. Por isso eu repasso de volta a moeda”, revela o comerciante.

A consumidora Silvia Sampaio, 44, relações públicas, conta que para evitar problemas na hora das compras, trocou todas as moedas no comércio, realizando pequenas compras na padaria ou no supermercado. “Troquei todas no comércio. Não sobrou nenhuma”, conta.

Já o comerciário Wellyngton Ramalho, 33, afirma que teve dificuldades para gastar a última moeda que tinha no bolso. “O vendedor de uma lanchonete se recusou a receber”, diz. Ele conta que não sabia que moeda prateada estava sendo retirada de circulação.

As moedas antigas podem ser trocadas pelos modelos com bordas douradas, em todas as agências bancárias até o dia 22 de março. Depois desse prazo, só será possível trocar as moedas nos escritórios do Banco Central e em algumas agências do Banco do Brasil. O objetivo da troca é evitar a falsificação, já que as moedas antigas eram produzidas com aço inoxidável, um material fácil de ser encontrado no mercado.

Caso de Polícia

Segundo o jornal "Tribuna de Minas", da cidade de Juiz de Fora (MG), mesmo antes de sair oficialmente de circulação, a moeda de R$ 1 causou confusão no comércio da cidade. De acordo com o diário, uma professora foi esfaqueada depois que seu filho tentou comprar um litro de leite com a moeda antiga. O comerciante recusou a moeda e feriu a professora e uma aposentada que tentou defendê-la. Na cidade mineira, desde ontem, poucos estabelecimentos comerciais estão recebendo a moeda antiga.

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