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09/03/2015 17:27

Insônia & Candidaturas & Trovoadas

Manoel Afonso

Se quiserem dormir até que a novela termine, o deputado Vander e seus colegas da ‘Lista do Janot’ terão que apelar para remédio. Azar deles! É o preço a pagar pelo poder: insônia, estresse, pressão alta, diabetes e as cobranças familiares e da mídia. Eles sabem que a política não pode ser comparada a uma confraria de benfeitores.

Cada qual com seus argumentos cuja credibilidade passa primeiro pelo crivo da opinião pública e depois pela justiça. É assim que funciona. A própria presidente Dilma tratou logo de dar sua versão sobre a turbulência e está sendo contestada pelo que falou. Parecia até que ela estava se referindo a outro país e a outro povo.


Sua assessoria achou melhor se antecipar para tentar esvaziar as manifestações que estão sendo anunciadas para o próximo dia 15. O tiro saiu pela culatra, atraindo a ironia e a bronca da opinião pública, jogando mais lenha na fogueira. Esse papo do PT de que se trata de reação da burguesia é piada de péssimo gosto. A voz das ruas, das filas dos supermercados e ônibus mostram a insatisfação e insegurança.


Alerto que essa será uma semana duríssima para o Governo. Suas relações com os presidente da Câmara e Senado estão péssimas e seus aliados atingidos na Lista de Janot devem perder força. E no plano econômico a situação não é nada boa: o dólar continua em alta, os juros idem, a balança comercial negativa e a dívida interna do país altíssima. Como lidar com tantos problemas sem respaldo político?


Mas ao contrário do que se imagina, esse quadro nacional estimula o debate com vistas a 2016. Os partidos sustentam o contrário, mas já se articulam de olho nas suas pesquisas e nas eventuais sequelas dos escândalos. Dois exemplos: na capital Marun defende a candidatura de um prefeito dinâmico, que seria André ou o próprio deputado. No PSDB a vice governadora Rose até mudou o estilo do penteado dos seus longos cabelos. É a bola da vez!


A capital é hoje uma terra de ninguém politicamente. Tudo pode acontecer. O prefeito Olarte não pode ser alijado ou esquecido, Bernal sonha em voltar, Marquinhos Trad esperneia para não ser sufocado no PMDB e o PT procura um nome competitivo.


Não custa lembrar: tem muito bolinho para fritar até a definição das candidaturas.


Mas o óleo da frigideira já está esquentando.

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