Cassilândia, Segunda-feira, 22 de Outubro de 2018

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12/05/2018 15:00

Governador conclama setor produtivo a se defender de ONGs e imprensa

"Não adianta falar que o agro é pop e dentro da redação destruir o setor que produz alimento neste País"

Campo Grande Nwes

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que participou de abertura de feira agropecuária em Dourados, conclamou o setor produtivo enfrentar críticas de ONGs e de parte da imprensa.

“Temos que tirar um pouco do tempo de trabalho para enfrentar essas ONGs e parte da mídia nacional que é contra o setor produtivo. Não adianta falar que o agro é pop e dentro da redação destruir o setor que produz alimento neste País”, afirmou Azambuja, durante a abertura Expoagro.

A expressão o “agro é pop” é utilizada em propaganda para divulgar a importância do agronegócio. No discurso, o governador, que é produtor rural, destacou a pressão para mudar a lei de defensivos agrícolas. Segundo Reinaldo, a pressão internacional contra a legislação é bancada por países que veem o Brasil como ameaça por seu potencial produtivo.

“Somos grandes produtores de carne e de grãos. E isso preocupa lá fora. Temos de enfrentar essa pressão com unidade do nosso setor produtivo. Não tem nenhum produtor rural mais competitivo do que o brasileiro. Da porteira para dentro, damos um baile no setor produtivo de outros países. Mas precisamos enfrentar essa campanha contra nosso setor”, diz.

A deputada federal Tereza Cristina Côrrea da Costa Dias (DEM) também defendeu que setor produtivo se organize para fazer frente à campanha contra a nova lei dos defensivos agrícolas.

Agrotóxicos – Conforme a Câmara Federal, a comissão especial que analisa propostas para alterar a legislação do uso dos agrotóxicos no Brasil deve voltar a se reunir na próxima quarta-feira ( dia 16).

Segundo o G1, o relator Luiz Nishimori (PR) defende a substituição da atual lei dos agrotóxicos por uma proposta que, segundo ambientalistas e profissionais da área da saúde, tem como objetivo aliviar o controle sobre o uso de pesticidas. O deputado argumenta que a legislação está defasada e impõe muita burocracia ao setor.

O texto centraliza a liberação dos agrotóxicos no Ministério da Agricultura com apenas pareceres da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente). Hoje, um processo precisa ser analisado em cada um desses órgãos. Ainda na proposta, o relator cria um novo nome para agrotóxicos: produtos fitossanitários.

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