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18/03/2005 08:32

Dagoberto está preocupado com a baixa cotação do boi

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A desvalorização da arroba do boi gordo em Mato Grosso do Sul vem causando um certo desconforto aos pecuaristas do Estado, que prometeram segurar o boi no pasto a espera de uma reação do mercado. Tal fato levou o secretário de Produção e Turismo (Seprotur), Dagoberto Nogueira Filho, a se reunir na tarde de ontem com dois dos principais frigoríficos do Estado – Independência e Bertim – para discutir a possibilidade de reverter esse quadro.

Para sair do sufoco a aposta hoje fica por conta da reação do mercado, com preços estagnados há mais de três anos, através de iniciativas de entidades de classe e órgão governamentais, como a da Secretaria de Produção e Turismo. “Sabemos que o problema é uma questão de mercado, é a lei de oferta e procura. A questão agora é de fomentar as negociações. A minha preocupação é com os produtores de Mato Grosso do Sul”, indagou Dagoberto no decorrer da reunião.

Conforme o estudo pecuário da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a arroba do boi gordo sofreu uma desvalorização de 2,74% em Mato Grosso do Sul só no mês de janeiro. Mas hoje o stress fica por conta da tabela de classificação e tipificação de carcaças aplicada por dois dos maiores frigoríficos do Estado, o Bertim e o Friboi, que causavam uma certa defasagem no preço pago pelo boi. Segundo Dagoberto o Friboi garantiu que voltará a adotar a antiga tabela onde esse tipo de situação não se repete.

Já o representante do Bertim, José Antônio de Lima, que esteve presente na reunião, também assumiu o compromisso de levar para a diretoria da indústria a proposta do governo do Estado de analisar a atual tabela onde há um deságio de 3% entre os animais com 15 e 16@. “Vou levar a preocupação do governo para os meus dirigentes em São Paulo. Devemos nos reunir amanhã e, provavelmente, no próximo dia 28 devemos apresentar uma decisão”, antecipou Lima. O frigorífico Bertim, que se encontra instalado em Naviraí, destina quase 100% de seu produto para exportação. Os abates chegam a 1.550 animais/dia com preço médio entre R$ 900 a R$ 1.000,00 por animal.

Cristiane Sandim

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