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04/10/2018 15:30

Casos de doença mão-pé-boca crescem e chegam a 20 em Campo Grande

Midiamax

A doença mão-pé-boca, até então pouco divulgada, infectou cerca de 20 crianças do ensino infantil em Campo Grande. Os casos foram registrados pela Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) nos nove primeiros meses de 2018.

O número de crianças contaminadas vem crescendo a cada ano na Capital. Em 2016, a Secretaria contabilizou 11 casos da doença em doze meses, 19 a menos do que o mesmo período do ano passado, quando foram atendidas 30 crianças infectadas.

Os sintomas da doença ganharam visibilidade nas últimas semanas quando, na quinta-feira (27), quatro turmas do berçário e maternal da Escola Clarinda Dias, em Três Lagoas, tiveram as aulas suspensas após o registro de oito casos da síndrome. Com o intuito de evitar novas contaminações, a diretoria da escola ordenou esterilização e limpeza total do colégio.

Na segunda-feira (1), alguns pais de alunos do Centro de Educação Infantil Eloy Souza da Costa, na Capital, foram informados que os filhos apresentavam a doença contagiosa. A Semed (Secretaria Municipal de Educação) orientou os que responsáveis levassem as crianças para atendimento médico.

A Sesau explicou que a doença mão-pé-boca é uma enfermidade contagiosa causada pelo vírus Coxsackie da família dos enterovírus que habitam normalmente o sistema digestivo e também podem provocar estomatites (espécie de afta que afeta a mucosa da boca). Embora possa acometer também os adultos, ela é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade. O nome da doença se deve ao fato de que as lesões aparecem mais comumente em mãos, pés e boca.

A transmissão se dá pela via fecal/oral, através do contato direto entre as pessoas ou com as fezes, saliva e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperada a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas. O período de incubação oscila entre um e sete dias. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e podem ser confundidos com os do resfriado comum.

Logo que identificados os sintomas, os pais devem seguir algumas recomendações da Secretaria de Saúde como:

– Alimentos pastosos, como purês e mingaus, assim como gelatina e sorvete, são mais fáceis de engolir;

– Bebidas geladas, como sucos naturais, chás e água são indispensáveis para manter a boa hidratação do organismo, uma vez que podem ser ingeridos em pequenos goles;

– Lembre-se sempre de lavar as mãos antes e depois de lidar com a criança doente, ou levá-la ao banheiro. Se ela puder fazer isso sozinha, insista para que adquira e mantenha esse hábito de higiene mesmo depois de curada;

– Evitar, na medida do possível, o contato muito próximo com o paciente (como abraçar e beijar);

– Cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir;

– Manter um nível adequado de higienização da casa, das creches e das escolas;

– Não compartilhar mamadeiras, talheres ou copos;

– Afastar as pessoas doentes da escola ou do trabalho até o desaparecimento dos sintomas (geralmente 5 a 7 dias após início dos sintomas);

– Lavar superfícies, objetos e brinquedos que possam entrar em contato com secreções e fezes dos indivíduos doentes com água e sabão e, após, desinfetar com solução de água sanitária diluída em água pura (1 colher de sopa de água sanitária diluída em 4 copos de água limpa);

– Descartar adequadamente as fraldas e os lenços de limpeza em latas de lixo fechadas.

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