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15/05/2006 19:36

Ataques em São Paulo já deixam 80 mortos

Mylena Fiori, Paulo Montoia, Ana Paula Marra/ABr

Os ataques a policiais e rebeliões no estado de São Paulo atribuídos à organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) dominaram os debates dos governos federal e de São Paulo. Até o início da noite, foram registradas 81 mortes entre policiais, agentes de segurança, civis e supeitos de planejar ataques no estado. Agências bancárias e ônibus também foram atacadas pelos criminosos.

O assunto, discutido em reunião com o presidente Lula, em Brasília, levou o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, a viajar para São Paulo e oferecer novamente ajuda das "forças nacionais" (Polícia Federal, Exército e Força Nacional) ao governo estadual, que novamente disse que colaboração não será necessária. "O governo federal e o governo do estado estão trabalhando em conjunto. Temos certeza absoluta de que as forças de segurança do estado darão conta de debelar esta situação", disse o ministro.

Em três dias de conflitos, o estado de São Paulo registrou 180 ataques contra prédios públicos, bases comunitárias da polícia e servidores das corporações militares e civis estaduais, incluindo 56 ônibus e oito bancos. O balanço foi divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. O comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, Elzeu Ecclair, criticou os boatos que estavam gerando pânico à população. "A população pode estar no seu trabalho, nas escolas, com todos os cuidados que temos de ter normalmente. A vida continua", disse.

Segundo o último balanço, 91 criminosos foram presos e 38 foram mortos nos confrontos com a polícia. Também morreram 22 policiais militares, seis policiais civis, três guardas metropolitanos, oito agentes de segurança e quatro cidadãos que, de alguma forma, estiveram envolvidos nos conflitos. Outras 15 pessoas saíram feridas. O número de policiais feridos, até agora, é de 34.

Entre as causas das rebeliões e ataques está, segundo o governo estadual, a transferência de 765 líderes de facções criminosas para o presídio em Presidente Venceslau, interior do Estado. O objetivo das transferências era o de isolar membros de facções criminosas.

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