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Zeca participa de seminário do BNDES no Rio de Janeiro

Agência Popular - 06 de agosto de 2003 - 09:22

Campo Grande (MS) - O governador Zeca do PT vai propor hoje, durante encontro no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), consórcio dos principais bancos de fomento para assegurar a pavimentação total dos aproximadamente 600 quilômetros da “carretera”, rodovia boliviana que liga Puerto Suárez a Santa Cruz de La Sierra. O governador Zeca está no Rio de Janeiro para o seminário do BNDES e deve reiterar as propostas, que já foram discutidas com os governos da Bolívia e do Paraguai. O evento começa às nove horas (horário de Mato Grosso do Sul)
Segundo o governador Zeca, o BNDES pode participar do projeto da rota bioceânica, ao lado do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Corporação Andina de Fomento (CAF) e Fundo Financeiro de Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata). Para consolidar a rota bioceânica, falta definir o projeto de pavimentação asfáltica entre Puerto Suárez, região de fronteira com o Brasil (município de Corumbá, Mato Grosso do Sul) até Roboré, numa extensão de 237 quilômetros. O trecho entre Roboré e San José será financiado pelo BID, e a CAF via financiar o trecho entre San José e Santa Cruz de La Sierra.
A pedido do presidente do BNDES, Carlos Lessa, o governador Zeca está conversando com autoridades paraguaias para pavimentação de outro trecho que consolida a bioceânica, de Porto Murtinho (MS) à localidade de Filadélfia, no Paraguai, e de Sete Quedas (MS) até a rodovia que liga a Assunção, numa extensão de 40 quilômetros. Lessa e o governador se reuniram em julho no Rio de Janeiro para discutir assuntos de integração relacionados à bioceânca.
A consolidação da bioceânica vai significar, através da saída pelo Pacífico, diminuição de 5,7 mil quilômetros na distância para levar os produtos brasileiros ao mercado asiático. “É preciso sair da retórica e partir para a prática no sentido de viabilizar a integração física e econômica dos países da América do Sul”, afirmou o governador Zeca.

Reforma tributária – O governador Zeca voltará a defender, no encontro nacional do PT, que acontecerá nesta terça-feira em Brasília, “pontos que Mato Grosso do Sul não abre mão na nova ordem tributária”.
O ICMS (Imposto sobre de Circulação de Mercadorias e Serviços) do gás natural, que significa uma receita anual de R$ 180 milhões; a cobrança do ICMS na origem e não no destino; prazo de 15 anos para manutenção dos incentivos fiscais e 3 anos de transição, para o governo avaliar os 160 pedidos de incentivos para ampliação e instalação de novas indústrias; e criação do Fundo de Desenvolvimento Regional, sendo os recursos distribuídos na proporção de 30% para o Norte, 40% para o Nordeste e 30% ao Centro-Oeste.

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