Cassilândia, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

Últimas Notícias

19/02/2016 18:00

TJ reage ao MPE, critica 'indireta' e diz que decide de acordo com os autos

Midiamax

Após coletiva de imprensa realizada pela força-tarefa ligada à Operação Lama Asfáltica, o TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) emitiu nota oficial para responder ao grupo e esclarecer que a análise do conteúdo seguirá demandando tempo. “O Tribunal de Justiça ressalta que continuará examinando com serenidade os inquéritos e os processos que são encaminhados sob a ótica da legalidade e da prova produzida no processo”.

A manifestação do órgão responde ao tom dado pelos promotores de Justiça ao balanço do primeiro semestre de trabalho do grupo na investigação sobre contratos fraudados entre empreiteiras e o poder público. Na tarde desta quinta-feira a força-tarefa, coordenada pelo promotor Thalys Franklyn de Souza e composto por Cristiane Mourão, Fernando Zaupa e Tiago Di Giuliu, repassou dados à imprensa e deixou claro ser necessária a prisão temporária de alguns denunciados para que a apuração continue.

Eles citaram como exemplo as prisões decretadas em novembro do ano passado as quais, segundo Cristiane, “foram determinantes” para a investigação naquele momento. Agora, segundo eles, novamente a reclusão temporária se faz necessária. Isso porque o grupo detectou tentativa de obstrução do trabalho. Um dos investigados tentou “maquiar” prova já obtida pelo MPE (Ministério Público Estadual). O encarceramento sanaria o problema.

Depois de terem pedido negado em dezembro, no dia 8 de janeiro os promotores pediram prisão novamente temporária para o proprietário da Proteco Contruções João Amorim, bem como para a sócia da empresa, Elza Cristina Araújo dos Santos, do ex-secretário Estadual de Obras Edson Giroto, de Eólo Genovês Ferrari e Romulo Tadeu Menossi, engenheiros da empreiteira, de João Afif Jorge e Donizeti Rodrigues da Silveira, engenheiros do governo, de Maria Wilma Casa Nova Rosa, ex-diretora da Agesul (Agência Estadual de Empreendimentos) e de Wilson Roberto Mariano, que ocupou o mesmo cargo, além de ser ex-deputado estadual.

Para finalizar o texto o TJ/MS ressalta que “as decisões são tomadas exclusivamente com o que foi produzido nos processos e eventuais insatisfações em relação a estas devem ser abordadas por meio dos recursos pertinentes e não indiretamente via imprensa”.

Envie seu Comentário
Os comentários feitos no Cassilândia News são moderados. Antes de escrever, observe as regras e seja criterioso ao expressar sua opinião. Não serão publicados comentários nas seguintes situações:

1. Sem o remetente identificado com nome, sobrenome e e-mail válido. Codinomes não serão aceitos.
2. Que não tenham relação clara com o conteúdo noticiado.
3. Que tenham teor calunioso, difamatório, injurioso, racista, de incitação à violência ou a qualquer ilegalidade.
4. Que tenham conteúdo que possa ser interpretado como de caráter preconceituoso ou discriminatório a pessoa ou grupo de pessoas.
5. Que contenham linguagem grosseira, obscena e/ou pornográfica.
6. Que transpareçam cunho comercial ou ainda que sejam pertencentes a correntes de qualquer espécie.
7. Que tenham característica de prática de spam.

O Cassilândia News não se responsabiliza pelos comentários dos internautas e se reserva o direito de, a qualquer tempo, e a seu exclusivo critério, retirar qualquer comentário que possa ser considerado contrário às regras definidas acima.
Restamcaracteres.
 
imagem transparente
Últimas notícias
Scroller Top
Segunda, 11 de Dezembro de 2017
10:00
Receita do dia
Domingo, 10 de Dezembro de 2017
10:00
Receita do dia
Sábado, 09 de Dezembro de 2017
Scroller Bottom

  • Idalus Internet Solutions
  • TOP DataCenter e Internet
  • Disponível na AppStore
  • Disponível no Google Play
Rua Sebastião Leal, 845, CEP: 79.540-000, Cassilândia (MS)