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17/02/2008 09:35

Sul-mato-grossense é assassinada em Cuiabá

José Ribamar Trindade/24horasnews

Uma menina de apenas sete anos viu a mãe ser assassinada pelo padrasto com 17 facadas. Uma mulher contou que também viu o assassino beijar e ao mesmo tempo perfurar a mulher diversas vezes, como se estivesse tendo prazer com o sangue escorrendo. Uma das facadas atingiu a veia jugular do pescoço da vítima, precipitando sua morte. A pensionista Ana Rosa dos Santos Moura, de 26 anos, está na estatística de uma mulher assassinada a cada sete dias na Grande Cuiabá.

As cenas macabras aconteceram por volta das 4 horas da madrugada de ontemdentro da casa de nº 359 da rua João Gomes Sobrinho, no bairro Novo Terceiro, em Cuiabá. A menina já havia perdido o pai em outubro do ano passado.

“Eu ouvi os gritos da vítima e da filha e corri. A porta estava aberta eu pude ver ele abraçado com a Ana, beijando-a e enfiando a faca. Foram cenas horríveis”, contou uma mulher que mora no mesmo endereço, que pediu para não ser identificada.

A pequena F, filha de Ana Rosa conversou por alguns minutos com a reportagem na manhã de ontem. Tempo suficiente para emocionar as pessoas que correram para vê-la falar. Ela conta que a mãe e o padrasto chegaram bêbados em companhia de outro homem, e que Ana foi dormir com ela na mesma cama.

“Eu vi a minha mãe ser morta. Ela estava deitada comigo, quando o homem puxou ela pelos braços e começou a meter a faca ao meu lado. Nós começamos a gritar, mas ele não parava. Ele falava alguma coisa que eu não entendia. Depois ele saiu correndo”, contou a menina deixando cair algumas lágrimas.

O acusado, identificado apenas como Darci, foi parar no trabalho dele, onde ele exerce a função de ajudante de pedreiro. Lá o guarda da empresa confirmou à polícia que ele chegou banhado de sangue, confirmando a versão de que ele matou a mulher abraçado.

Ana Rosa, que perdeu o marido, o motorista de caminhão Wellington Moura, de 55 anos, que morreu de uma parada cardíaca em outubro do ano passado, ainda chegou a ser levada para o Pronto-Socorro de Cuiabá (PSMC), mas não suportou os ferimentos e morreu logo em seguida.

A família de Ana, segundo a dona do "Kitnet", mora em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul(MS), e que ela não tinha nenhum parente em Cuiabá. Ela prometeu ficar com as crianças, agora órfas de pai e mãe até a localização da família.

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