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23/10/2005 10:30

Só 13% do orçamento para combate à aftosa foram usados

Fernanda Mathias / Campo Grande News

Somente 13,7% dos R$ 20,1 milhões aos quais foram reduzidos os recursos para dotação de ações de combate à febre aftosa no País para este exercício foram efetivamente usados, conforme mostra reportagem divulgada hoje pela Folha on line. São R$ 2,7 milhões gastos no combate à doença, de um montante de R$ 13,7 milhões liberados. O orçamento para as ações já haviam sofrido um corte expressivo, considerando que a dotação inicialmente prevista era de R$ 35,3 milhões.
De acordo com a reportagem, a Secretaria de Defesa Agropecuária, órgão do Ministério da Agricultura, tem orçamento de R$ 91,1 milhões para gastar com programas de defesa sanitária animal e vegetal neste ano. Desse valor, 61% (R$ 55,4 milhões) tinham sido liberados até quarta-feira. Do total liberado, 26,7%, ou seja, R$ 24,3 milhões foram executados (gastos efetivamente). As maiores despesas ficaram por conta dos laboratórios de apoio animal foram os que mais tiveram execução de despesas. O orçamento atual é quase o mesmo do início do ano --R$ 18,2 milhões. Desse valor, foram liberados R$ 15,2 milhões e gastos, R$ 10,3 milhões.
Estudo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), órgão da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), da Universidade de São Paulo, revela que o setor privado participou com 74,1% dos gastos com defesa sanitária de 1992 a 2004. Em 1993, chegaram a representar 90% do total. No ano passado, estavam em 71%.

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