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10/09/2008 19:01

Redução de gás boliviano não afeta o Estado, diz MSGás

Jeferson da Luz/Campo Grande News

A explosão de um tubo no departamento boliviano de Tarija na tarde hoje, e o fechamento de uma válvula do gasoduto Bolívia/Brasil, durante a noite ontem, reduziram em 10% o fornecimento de gás natural para o Brasil. De acordo como presidente em exercício da MS Gás, Ronaldo Vielmo Monteiro, dos 32 milhões de metros cúbicos que o Brasil importa diariamente, hoje, apenas 29 milhões estão chegando.

Mesmo com uma significativa redução no fluxo o Estado não deve sofrer nenhuma ameaça de racionamento. “O Estado consome apenas trezentos mil metros cúbicos de gás por dia. E, além disso, nós estamos no início do gasoduto, neste caso quem deve sofrer algum tipo de problema são os estados que estão na ponta do gasoduto”, avalia.

Atualmente os principais clientes da MS Gás são condomínios, restaurantes, postos de combustíveis e indústrias têxteis. As termoelétricas de Campo Grande e Três Lagoas, que seriam os grandes consumidores, estão temporariamente fora de operação. “O abastecimento em Mato Grosso do Sul só seria afetado em caso de uma completa interrupção no fornecimento de gás”, explica.

No resto do Brasil, um das alternativas para suprir possível falta do gás, segundo Ronaldo, seria utilizar a produção interna. “A Petrobras pode cobrir a falta, remanejando a remessa em algumas regiões”, especula.

Até o momento a Petrobras não fala sobre o assunto. Conforme e assessoria de comunicação, no Rio de Janeiro, a empresa está reunindo informações sobre a situação na Bolívia, para depois se pronunciar oficialmente.

Tanto o fechamento da válvula quanto a explosão são resultados das manifestações populares contra o governo do presidente Evo Morales, que quer mudar a constituição do país. Além disso, alguns departamentos exigem autonomia, apesar de recente plebiscito ter mostrado que a maioria dos bolivianos é contra idéias separatistas.

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