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14/01/2011 01:03

Professores querem salários dignos, adverte Sintrae/MS

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Professores e funcionários de escolas públicas e privadas de Mato Grosso do Sul querem salário digno e plano de carreira que valorize o empenho de cada um na difícil tarefa de ensinar. Estas e outras reivindicações a esses profissionais é uma das bandeiras de luta permantente do Sintrae/MS (Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino no MS), reforçadas nesse início de um novo ano letivo. “

“É preciso avançar mais na melhoria dos salários dos professores e funcionários de escolas, principalmente as particulares, que recebem cada vez mais estudantes em todos os níveis”, afirma Ricardo Martinez Froes, presidente do sindicato. Essa bandeira do Sintrae/MS, segundo ele, conta com o apoio também da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – Fitrae MT/MS.

A cada Convenção Coletiva de Trabalho – CCT negociada com a classe patronal que representa as escolas particulares de Mato Grosso do Sul, o Sintrae/MS tem procurado avançar cada vez mais na melhoria da remuneração de professores e funcionários desses estabelecimentos. No entanto, tem encontrado relativa dificuldade para alcançar patamares “justos e ideais para quem tem a difícil missão de ensinar e estimular o aprendizado neste Estado”, afirma o sindicalista na esperança de que em 2011 esse quadro mude e a educação seja, de fato, uma prioridade no País.

A valorização dos profissionais da educação escolar, das instituições públicas e privadas, com a garantia de plano de carreira e piso salarial condigno, são metas que os próprios professores e funcionários de escolas particulares de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso elencaram durante o V Congresso da Fitrae MT/MS, realizado em novembro do ano passado em Campo Grande.

O presidente da federação, Eduardo Botelho informa que existem outros pontos importantes elencados pela classe como “bandeiras de luta” a serem convertidas em ações imediatas, tais como: - O plano nacional de educação, que tenha como metas a se concretizarem durante o seu período de vigência, 2011 a 2020, a universalização de todas as etapas da educação básica, garantindo-se às crianças, a jovens e aos adultos que delas necessitem, o efetivo acesso e a permanência com êxito na escola; - a erradicação do analfabetismo absoluto e funcional.

Professores e funcionários de escolas particulares de MS e MT querem também a ampliação do ensino superior público, tendo como meta a inclusão de pelo menos 40% dos jovens em idade de cursá-los; - implementação da educação profissional, como medida fundamental à qualificação para o trabalho de todos os jovens; - o financiamento da educação com base no PIB, atingindo-se 10% em 2014.

A redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução dos salários, como medida de valorização do trabalho e de geração de emprego, também é empunhada pelo Sintrae/MS e Fitrae MT/MS, assim como o fim do fator previdenciário, que é responsável pela subtração de considerável parcela dos já minguados proventos de aposentadoria, chegando, em muitos casos, a 50% de seu total.

“São essas algumas das principais reivindicações de professores e funcionários de escolas particulares não só de Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, mas de todo o Brasil”, afirmou Ricardo Froes que espera que o governo de Dilma Rousseff valorize a classe e também o novo Congresso Nacional.

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