Cassilândia, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

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04/02/2004 14:18

Parceria com Governo pode recuperar Parmalat

Agência Câmara

O grupo de deputados da comissão especial que acompanha a crise da Parmalat está em Roma, onde será recebido nesta tarde pelo ministro da Atividade Produtiva da Itália, Antônio Marzano.
O deputado Zonta (PP-SC), que participa dos trabalhos da comissão no Brasil, explicou que no encontro desta tarde os parlamentarem buscam se inteirar da situação da Parmalat e dos procedimentos que estão sendo adotados pelas autoridades italianas. A comitiva vai propor uma parceira entre o Brasil e a Itália para solucionar a crise da multinacional. "A preocupação é recuperar a empresa para proteger os produtores e a economia mundial", explicou Zonta.

LEI ESPECIAL
O presidente da Comissão de Finanças do Congresso Italiano, que investiga o caso da Parmalat, deputado Giorgio LaMalfa, sugeriu que o governo brasileiro crie uma lei especial, a exemplo da que já existe na Itália, para intervir na Parmalat no Brasil e evitar a falência da empresa. A informação é do presidente da comissão especial, deputado Waldemir Moka (PMDB-MS). Ele e o relator, deputado Assis Miguel do Couto (PT-PR), acompanham o ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rosseto, na viagem até Roma para tratar do caso.
Waldemir Moka disse que, se for possível, poderia ser criado um dispositivo na Lei de Falências que tramita no Senado. Ele afirma que a legislação permitiria uma intervenção do Governo na empresa de 60 dias, prorrogáveis por mais 60. Durante esse período, os investimentos seriam utilizados como capital de giro para evitar que a empresa páre sua atividades, em vez de bloqueados pelos bancos para possibilitar o pagamento das dívidas. “Esse recurso é usado para que se possa pagar os produtores, as cooperativas, enfim, para que a Parmalat possa tentar sair dessa crise sem dar mais prejuízo social”, disse.
Moka informou que o pedido de intervenção partiria da própria empresa em crise.
Segundo ele, o deputado italiano Giorgio LaMalfa afirmou que as subsidiárias no Brasil têm autonomia e são independentes da Parmalat na Itália. A única ligação da Parmalat italiana é com a Parmalat Participações, que controla as empresas brasileiras do grupo.

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