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20/05/2008 18:59

Operação Diamante Negro: Escutas confirmam denúncias

Marta Ferreira/Campo Grande News

O MPF (Ministério Público Federal) divulgou nota nesta tarde informando que assim que for concluído o inquérito pela PF (Polícia Federal) vai denunciar à Justiça os acusados de envolvimento em um esquema de extração ilegal de madeira nativa para produção e venda de carvão vegetal, descoberto na Operação Diamante Negro. A nota informa que a investigação começou em julho do ano passado e que escutas telefônicas realizadas pela PF em Dourados em Três Lagoas.

As investigações foram acompanhadas pelo MPF. Na nota à imprensa, o procurador da República Gustavo Moysés da Silveira, que atua em Três Lagoas, onde se concentraram as ações, disse que há provas suficientes de crimes contra a administração pública, a ordem tributária e o meio ambiente, além de corrupção e formação de quadrilha.

Em abril deste ano, o procurador deu parecer favorável à Justiça Federal pela expedição de 116 mandados de busca e apreensão contra acusados de fazer parte do esquema. Foram deferidos, segundo a nota do MPF, 21 mandados de busca e apreensão domiciliar.

O procurador se manifestou, ainda, pela prisão temporária de 49 integrantes da quadrilha, por 5 dias. Elas foram cumpridas hoje. O MPF também solicitou a medida chamada condução coercitiva à Justiça, para depoimento, de nove pessoas, que foi negada.

Rota – Conforme a nota do MPF, o carvão produzido ilegalmente e em larga escala tinha como destino siderúrgicas em Minas Gerais e São Paulo e tinha livre passagem com ajuda dos policiais rodoviários federais do posto de Paranaíba (MS). São acusados de participação no esquema servidores do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), funcionários do fisco, e do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), além de produtores de carvão.

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