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18/06/2010 17:19

Mãe vai para a delegacia após agredir médica em posto

Campo Grande News/ Danúbia Burema

Lúcia Felipe de Carvalho Yonamine, de 33 anos, foi parar na delegacia depois de agredir uma médica no posto de saúde do bairro Coronel Antonino, em Campo Grande, às 22h25 de ontem (17).

O boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), por vias de fato.

Na versão contada por Patrícia Berg Gonçalves Pereira, de 30 anos, à Polícia, ela fazia plantão no posto de saúde e depois de atender à mãe, teve início uma discussão na qual a paciente acusou a plantonista de ter trancado sua filha em uma sala.

Foi quando Lúcia Yonamine deu um soco no tórax e um tapa no rosto da plantonista, na versão desta última. Depois da confusão, Patrícia Pereira chamou a Polícia, que levou a paciente para a delegacia.

“Eu fui agredida por uma paciente, mas prefiro não me manifestar”, disse a médica, que estava no trabalho, ao Campo Grande News .

Já a mãe nega que tenha agredido a médica e alega que deu apenas um empurrão quando esta tentou se aproximar de sua filha. A paciente contou que toma remédios fortes para controlar uma fibromialgia crônica, mas que não foi bem atendida nem suficientemente medicada na unidade de saúde.

Enquanto estava no repouso, conta a mulher, os médicos levaram a filha até uma sala e fizeram várias perguntas, se era maltratada e porque o pai não estava junto com elas.

“Parece que não queriam me devolver ela, procurei por 40 minutos”, reclama a mãe. Ela diz que quando pegou a filha e saiu pela emergência, a plantonista que havia atendido ela se aproximou e ela deu apenas um empurrão para afastá-la da menina.

“Estava nervosa, alterada, com dor e pressão alta. Eu simplesmente a empurrei de perto da minha filha”, justifica a mulher, que diz se arrepender da agressão.

Ela protesta que no momento em que ainda estava no posto, a chamaram de louca e viciada na frente da menina. “A criança não foi poupada em momento algum”, desabafa.

Os casos de agressão em postos de saúde da Capital se tornaram mais recorrentes nos últimos meses, e o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) chegou a anunciar que policiais fariam a segurança nas unidades, mas a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) informou que não possuía efetivo suficiente para esse trabalho.


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