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18/11/2003 15:54

Japão tem 63 milhões de dólares para MS

assessoria

O cônsul Geral do Japão em São Paulo, Hitohiro Ishida, visitou a Assembléia Legislativa, acompanhado do cônsul em Mato Grosso do Sul, Keiji Kamada, e de representantes da comunidade nipo-brasileira em Campo Grande. Os deputados Jerson Domingos e Akira Otsubo do PTB, e Onevan de Matos, do PDT, recepcionaram os visitantes na sala de reuniões da presidência.

Representando a Mesa Diretora da Assembléia, como 1º Secretário, Domingos destacou que "como campograndense nato, reconhece a importância da nação japonesa, na colonização da Capital". Informou ao cônsul-geral, a aprovação, pela Assembléia Legislativa, de anistia e incentivos da ordem de R$ 1 bilhão para a instalação de novas indústrias.

O cônsul disse, em japonês, que "Mato Grosso do Sul é um Estado novo, com 26 anos, mas já é grande produtor e com potencial pra muito mais". Lembrou a importância do Pantanal para desenvolvimento do setor turístico e lamentou que "falta o nome ser mais conhecido." Imediatamente o deputado Jerson comentou a polêmica que ainda existe em torno da mudança do nome do Estado, dizendo não ter sido, ainda, convencido desta necessidade, mesmo reconhecendo que Mato Grosso do Sul é mais conhecido por abrigar o Pantanal do que pelo seu próprio nome.

Foi quando o cônsul-geral perguntou sobre o projeto Pantanal: "porque o contrato não foi assinado ainda?". Jerson atribuiu a demora a burocracia brasileira e reforçou que a assinatura "é um sonho para o Estado". O cônsul disse que seu país tem 63 milhões de dólares para Mato Grosso do Sul, assim que o contrato for assinado. Em seguida, foi convidado para pescar nos confortáveis navios especializados existentes no Pantanal.

"Voltando ao trabalho, quais são os assuntos em discussão na Assembléia?", perguntou o visitante. O Deputado Akira Otsubo explicou que o orçamento está em discussão, o que, geralmente, acontece nesta época. Jerson Domingos rememorou a polêmica sobre a Lei de recursos hídricos, criticando as ONGs que tentaram taxar a água utilizada na pecuária. "Cobrar a água que o boi bebe seria um absurdo", resumiu, explicando que está no sub-solo do Estado, a maior parte do Aquífero Guarani, o maior reservatório de água potável do mundo.

No final da visita, os deputados entregaram aos cônsules livros de autoria do professor Hildebrando Campestrini, contando a História de Mato Grosso do Sul, e recebaram porta-retratos japoneses

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