Cassilândia, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

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17/04/2006 13:52

Governo pede ajuda de outros poderes para enxugar gastos

Marina Miranda / Campo Grande News


O secretário de Estado de Receita e Controle, José Ricardo Pereira Cabral, entregou, esta manhã, o balanço de contas do governo do Estado referente ao ano de 2005. Na ocasião, ele pediu ajuda ao presidente do TCE (Tribunal de Contas do Estado), José Ancelmo, para ajudar a conter os gastos. “A idéia é conversar individualmente com cada Poder para pedir ajuda e tentar diminuir nossa dificuldade”, disse.

Cabral deixou claro que não há intenção do governo de interferir nos outros poderes. “O Executivo tem uma relação muito tranqüila com os outros poderes. Claro que cada Poder tem sua autonomia, mas vamos dar sugestões de economia. Redução do duodécimo por exemplo”, opina. “Atravessamos momento complicado que começou em outubro (com o foco de febre aftosa). Vamos conversar de forma que eles ajudem a reduzir os gastos. Não é um problema que diz apenas ao Executivo, mas a toda população e também deve envolver os outros poderes”, reforçou.

Crise – A arrecadação estadual tem sido prejudicada por uma série de fatores, o principal deles é relacionado ao setor agropecuário. Entre outubro e dezembro, o Estado deixou de arrecadar cerca de R$ 100 milhões por conta da febre aftosa. Desde janeiro deste ano outro problema serviu para aumentar o ‘rombo’: a gripe aviária que representa corte de R$ 30 milhões - relacionados à cadeia do frango.

Segundo Cabral, a gripe aviária provoca uma reação em cadeia; desde o mercado produtor – em Mato Grosso do Sul pelo menos quatro indústrias deixaram de exportar carne de frango (dentre elas a Avipal, que demitiu 400 funcionários) - até o comércio que vende menos, incluindo farelo e soja (usados como ração para aves). Com a redução das vendas e exportação, o Estado recolhe menos imposto.

Números – Cabral ressaltou que a prioridade do governo é o pagamento do salário dos servidores estaduais. Entre os ajustes estão o corte de obras e admissão de novos funcionários comissionados. As medidas de contenção de despesas passam também pelo controle de gastos operacionais (como alimentação, água, luz, telefone e outros itens relativos ao setor). O secretário não informou em números quanto o Estado precisa economizar, segundo ele, há que se fazer um levantamento mais apurado para ter esses dados.

TCE – José Ancelmo disse que os poderes devem discutir e ver até onde cada um pode contribuir. “O Executivo vai ter apoio dos poderes; do TCE principalmente”, ressaltou.

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