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19/08/2014 14:59

Família acredita em falha humana e crê que exumação não seja em vão

Campo Grande News

Os irmãos de Carmen Insfran Bernard, 48 anos, uma das três mulheres que morreram após sessões de quimioterapia na Santa Casa, afirmam que houve negligência no caso. Durante inumação do corpo da irmã no Cemitério Memorial Park, em Campo Grande, na manhã de hoje (19), Nilo Insfran Bernard, 53 anos, e Marta Insfran Bernard, 44 anos, disseram que aguardam ansiosamente pela identificação dos verdadeiros culpados.

Enquanto o corpo era encaminhado para seu “segundo sepultamento”, Nilo se lembrou dos últimos dias de vida de Carmen e disse que apesar de a irmã estar com um câncer colorretal, ela apresentava bom estado de saúde, principalmente porque sua doença não era grave. “Ela estava bem e muito confiante, mas quando começou o tratamento, piorou da noite para o dia e morreu em questão de uma semana”, disse.

Carmen morreu no dia 10 de julho. “Houve falha humana. Temos certeza que alguém fez alguma coisa errada enquanto estava preparando o medicamento para aplicar nas pacientes durante a quimioterapia. Isso está claro, não foi problema no medicamento, foi negligência mesmo”, disse ele reforçando que os responsáveis precisam ser apontados logo, para que outras famílias não tenham o mesmo sofrimento que ele e a sua tiveram.

Marta reafirmou a declaração do irmão e disse acreditar no trabalho da polícia, estando com a expectativa de que todo este transtorno referente à exumação não vai ser em vão. “É uma situação muito complicada esta de ter que enterrar um parente pela segunda vez, diante tudo o que aconteceu. Espero que não só este, mas todos os outros casos sejam resolvidos, para que as outras famílias fiquem em paz”, relatou.

Durante a inumação, a delegada Ana Cláudia Medina, que conduz as investigações, disse que o processo de exumação, tanto o de Carmen quanto o das outras duas vítimas, Norotilde Araújo Greco, 72 anos, e Maria Da Glória Guimarães, 61, foi realizado com sucesso porque foi possível coletar os materiais necessários para análise. “Já temos algumas conclusões, mas ainda há muito a ser feito. Nos próximos dias pretendemos ouvir outras pessoas que participaram do atendimento às três mulheres no setor de oncologia”, destacou Medina.

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