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03/03/2015 19:30

Deputados não descartam citação de parlamentares de MS em lista de Janot

Campo Grande News

A tão esperada lista da Procuradoria-Geral da República chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal), nesta terça-feira (3). Deputados federais sul-mato-grossenses não descartam a possibilidade de citação parlamentares do Estado no levantamento do procurador-Geral, Rodrigo Janot.

O conteúdo será publicado se o STF aprovar o pedido de abertura de inquérito. A lista tem uma seleção de políticos que devem ser investigados na Operação Lava Jato. Apenas o presidente do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, ambos do PMDB foram confirmados por interlocutores do Planalto até o momento, segundo a imprensa nacional.

O deputado Carlos Marun (PMDB) que participa como suplente da CPI da Petrobras não descarta a possibilidade de estarem incluídos parlamentares do Estado. “Mas é claro que há possibilidade de políticos do Estado, como há possibilidade de todo o País”, afirmou o peemedebista.

Outro peemedebista que não está muito confiante na omissão de integrantes da bancada federal do Estado é o deputado federal Geraldo Resende. “Espero que não (tenha participação dos sul-mato-grossenses), a atividade política já está desmoralizada”, pontuou o parlamentar.

Apesar de defender a punição para os culpados, Resende enfatiza que não se deve condenar o político cujo nome apareceu seja na lista ou no processo de investigação. “O simples aparecimento do nome não significa que seja culpado. Já tiveram casos que de nomes divulgados e não eram envolvidos”, ponderou.

Opinião diferente - O deputado Zeca do PT disse que a criação da CPI da Petrobras foi tranquila e que o PT apoia a investigação. “Defendemos nossa ideia de passar tudo limpo. Inclusive ampliando para o governo anterior, do FHC (Fernando Henrique Cardoso). A lista vai trazer preocupação para quem está envolvido”, afirmou o petista.

O senador Delcídio do Amaral (PT), que presidiu a CPI dos Correios e resultou no escândalo do Mensalão, não acredita em aparecimento de informações novas nas investigações. “Esta CPI é só na Câmara e deve seguir curso normal. Nos últimos quatro anos, participei de três CPIs. Conheço como ninguém porque eu vivi, ninguém me contou. Esta CPI, com nível que já foi averiguado, não vai conseguir gerar fatos novos”, explicou o senador.

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