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23/06/2005 14:15

Custos da pecuária estão acima da inflação no Estado

Os custos da pecuária em Mato Grosso do Sul vêm caminhando acima da inflação desde o ano passado com a alta do dólar, conforme o presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Gado de Mato Grosso do Sul), Laucídio Coelho Neto. No País, conforme pesquisa mensal de custos realizada pelo Cepea/Esalq-USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), aponta que de janeiro a abril o custo operacional na pecuária acumulou alta de 4,29% na média, enquanto em Mato Grosso do Sul esse índice passa de 6,23%.


Enquanto os custo aumentaram o preço da arroba do boi no Estado caiu 18,03%, passando de R$ 61,00 no fim do ano passado para R$ 50,00 neste mês, ficando acima da média nacional que, de janeiro a abril, caiu em média 8,87% no País. “Apesar do aumento no preço dos insumos provocado pela alta do dólar, os fornecedores mantiveram os preços em após a moeda americana ter recuado”, explica Laucídio, citando que no ano passado era possível comprar três rolos de arame com o valor equivalente de uma arroba de boi e hoje o poder de compra é de três arrobas para um rolo de arame.


Para os pesquisadores, o reajuste do salário mínimo em abril e a alta do sal mineral elevaram os custos no País, enquanto para Laucídio outro grande problema para a classe produtora está relacionado ao preço do óleo diesel, já que em Mato Grosso do Sul a alíquota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre esse combustível é de 17%, enquanto nos Estados vizinhos é de 12%.


A pesquisa aponta que a alta nos custos nacionais em abril – de 3,68% – impactou o acumulado do ano. Conforme o Cepea, apesar de o reajuste do salário mínimo (15,4%) só incidir oficialmente sobre o trabalho de maio, no campo, muitos já anteciparam o repasse para abril. Com o reajuste, o peso da mão-de-obra nos custos saiu de 21% para 23%. Também pesou sobre os custos de abril, a alta do sal mineral, insumo cujo consumo cresce nos períodos de seca. Conforme o Cepea, o produto representa cerca de 14,5% dos custos totais.

Autor: Gilmar Hernandes
Fonte: Midiamaxnews


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