Cassilândia, Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017

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27/08/2017 09:20

Amazonas define o seu novo governador neste domingo

Midiamax

O ex-governador Amazonino Mendes (PDT) e o senador Eduardo Braga (PMDB) disputam o segundo turno da eleição suplementar para o governo do Amazonas hoje sob o signo da indiferença do eleitorado, já que mais de 36% dos amazonenses votaram nulo, branco ou não compareceram ao primeiro turno.

Os dois tradicionais representantes da política do Amazonas estão longe de gerar esperança entre os eleitores, que foram chamados às urnas novamente depois que o ex-governador José Mello (Pros) foi cassado por abuso de poder econômico nas eleições de 2014. O eleito vai ficar no cargo até dezembro de 2018.

A preocupação dos dois com a falta de apoio popular ficou visível nas propagandas eleitorais na TV e no rádio da última quinta-feira. Na propaganda de Braga, um narrador questiona: “Todo mundo deseja mais oportunidades, paz e saúde e, quando a gente tem chance de alcançar essas conquistas e mudar o que está ruim, você vai lá e joga essa oportunidade fora? Anular o voto não anula os problemas. Se você anular, nada vai mudar”.

Amazonino vai direto ao ponto para pedir que os eleitores compareçam às urnas. “A desilusão com a política não pode nos levar à desistência da democracia. Abrir mão do voto não leva a lugar algum”, diz o candidato. “Não votar ou anular o voto não seria uma demonstração de falta de amor-próprio?”, questiona o pedetista, pedindo que todos votem.

No primeiro turno, nove candidatos disputaram as eleições e 559.501 eleitores não compareceram para votar. Outros 280.030 votaram nulo ou branco. O pedetista teve 577.397 votos e o peemedebista foi escolhido por 377.680 amazonenses.

VANTAGEM PARA AMAZONINO

As poucas pesquisas feitas no segundo turno indicam que Amazonino manteve sua vantagem em relação a Braga no segundo turno. O pedetista havia se aposentado da política depois de ter governado o estado e a capital, Manaus, por três vezes. Braga é investigado pela Lava-Jato.

Havia expectativa de que o pleito amazonense pudesse indicar eleitores mais interessados em escolher candidatos novatos ou de fora da política, mas não foi isso que ocorreu, apesar de ficar evidente a rejeição dos amazonenses aos candidatos que concorreram devido ao alto índice de abstenções.

Apesar da disputa dura nas redes sociais, os candidatos evitaram, no rádio e na TV, uma campanha baseada em ataques, talvez levando em consideração a rejeição do eleitorado.

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