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Petrobras confirma instalação do pólo gás-químico em MS

Cadu Bortolotto - 20 de maio de 2004 - 08:11

O jornal Valor Econômico, editado pelos grupos Folha e Globo, publicou na edição desta quarta-feira matéria que confirma a intenção da Petrobrás de implantar um pólo gás-químico na fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia. De acordo com o planejamento estratégico da empresa, o pólo será viabilizado a partir de parceria entre a Petrobrás, a Brasken (controlada pelos grupos Odebrecht e Polibrasil) e a Copagaz, responsável pelo engarrafamento do GLP (gás de cozinha) . O investimento total chega de US 1 bilhão e 300 milhões e as indústrias devem começar a operar em 2009.
Na matéria, assinada pelos repórteres Francisco Góes e André Vieira, o Valor Econômico afirma, baseado em informações do presidente da Petrobrás, José Eduardo Dutra, que a empresa decidiu priorizar cinco projetos petroquímicos em todo o país : o pólo gás-químico do Rio de Janeiro, que já está com 70 % das obras concluídas, uma unidade de produção de polipropileno na refinaria de Paulínia (interior de São Paulo), uma unidade produtora de fenol na Rio Química , um complexo ácido-acrílico próximo a Paulínia e o pólo gás-químico de Corumbá/Porto Suarez.
A reportagem afirma que "sinalizando a força do novo diretor de abastecimento da empresa , Paulo Roberto Costa, que tomou posse na semana passada indicado pelo PP, com o apoio do PT de Mato Grosso do Sul, a Petrobrás escolheu o projeto da fronteira com a Bolívia, que prevê a construção de uma unidade integrada de produção de eteno e polietileno, a partir do etano contido no gás natural boliviano ." O jornal afirma ainda que o projeto tem o apoio do ex-diretor de gás da Petrobras, senador Delcídio do Amaral, " um dos entusiastas da idéia".
Delcídio destacou a relevância da reportagem do Valor Econômico.
- A matéria vem referendar tudo aquilo que temos dito nos últimos anos.A necessidade de agregar valor ao gás natural para promover o desenvolvimento da região de fronteira, a geração de empregos, a oportunidade de novos negócios a partir da implantação de indústrias, o aumento da arrecadação de impostos, enfim, um número enorme de benefícios que a instalação do pólo gás-químico vai trazer para Mato Grosso do Sul e a Bolívia. Ao definir o pólo como prioridade em seu planejamento estratégico, a Petrobrás aposta no crescimento de todo o Centro-Oeste e demonstra, mais uma vez, que vai continuar ajudando Mato Grosso do Sul se desenvolver, com melhor qualidade de vida para toda a população - afirmou o senador.

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