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Geral

Leilão de jóias em Campo Grande, da Caixa

assessoria - 26 de novembro de 2008 - 15:08

No próximo dia 09/12, a Caixa Econômica Federal realizará leilão de jóias de contratos de penhor vencidos há mais de 30 dias emitidos pelas três agências de penhor de Campo Grande. O leilão, último do ano na capital, será realizado na Agência Centro Campo Grande, na Rua treze de maio, 2837 - Centro.



Serão ofertados pelo maior lance 972 lotes de contratos vencidos contendo jóias em metais nobres e pedras preciosas de diversos tipos como anéis, brincos, pulseiras, pingentes, colares de pérolas e relógios. O menor lote disponível tem lance mínimo de R$ 63,00 e é composto por um colar e um pendente de ouro. Já o maior lote tem lance mínimo de R$ 12.050,00 e é composto por cinco anéis, cinqüenta e nove colares, seis pendentes, quatro pulseiras de ouro, diamantes e pérola cultivada.



Para participar do leilão, bastam a identificação e o cadastramento em agência da CAIXA que trabalhe com penhor de jóias mediante a apresentação de original e cópia de documento de identidade, CPF regular perante a Receita Federal e comprovante de endereço.



Vale lembrar que os clientes titulares de contratos vencidos e incluídos no leilão poderão regularizá-los em qualquer agência da CAIXA até o dia 09 de dezembro, durante o horário bancário, garantindo assim a retirada da jóia do leilão.



DESEMPENHO EM 2008



Até outubro de 2008, a linha de penhor da Caixa Econômica Federal realizou empréstimos no Mato Grosso do Sul que totalizaram R$ 90,23 milhões. O montante representa um crescimento de 3,26% em relação ao mesmo período do ano passado, quando fechou o período com R$ 87,38 milhões emprestados.



Como linhas de crédito das mais tradicionais e populares, o penhor e o micropenhor, por suas facilidades de acesso, rapidez e juros baixos, constituem modalidades de financiamento muito atrativas. Para se obter um empréstimo de Penhor basta apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência, além do bem que servirá de base para a operação, que são, geralmente, jóias em metais nobres, com ou sem pedras preciosas, relógios de alta joalheria e canetas de elevada qualidade e valor.



Os prazos de contratação são de 1 a 180 dias, à escolha do cliente. O limite mínimo é de R$ 50,00 e o máximo de R$ 50 mil. O empréstimo corresponde a 80% do valor de avaliação do bem. A taxa de juros do Penhor é de 2,30% a.m. para a faixa de até R$ 300,00 e 3,08% a.m. para os empréstimos acima desse valor.



Já no Micropenhor, o empréstimo é limitado a R$ 1.000,00, com taxa de juros de 1,93% ao mês e prazo máximo para pagamento de até 180 dias, em múltiplos de 30 dias.



No Mato Grosso do Sul a CAIXA possui sete unidades que operam com empréstimos sob penhor, sendo três em Campo Grande, e uma em Corumbá, Dourados, Ponta Porã e Três Lagoas.



PERFIL DOS TOMADORES



A CAIXA constatou, por meio de entrevistas em todas as regiões do país, que o Penhor de jóias é usado na maioria das vezes para o pagamento de dívidas pessoais (70% dos entrevistados). Quanto à ocupação, os clientes estão divididos em autônomo ou tem seu negócio próprio (33%), funcionário dos setores público e privado (também 33%) e demais (33%), sendo que 78% do total de clientes já utilizaram esse tipo de empréstimo mais de uma vez.



A pesquisa mostrou também que as mulheres são a maioria dos clientes (74%), sendo 55% na faixa etária dos 35 aos 50 anos e que os mais assíduos contratantes do penhor (55%), entre homens e mulheres, estão entre os 30 e 50 anos de idade, tendo renda média mensal familiar entre cinco e vinte salários mínimos (51% dos entrevistados).

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