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Primeira parcela do FCO deve sair até agosto

Fabiane Sato - 12 de junho de 2003 - 15:20

A primeira parcela do FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste) deve sair até agosto, conforme informou ontem o gerente de agronegócios Carlos Werner aos revendedores de máquinas agrícolas. Na noite de terça-feira (10), a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Sindicato Rural de Campo Grande e Banco do Brasil conversaram com os representantes de máquinas agrícolas em Mato Grosso do Sul.
Conforme o diretor do Sindicato Rural de Campo Grande, Rodolfo Vaz de Carvalho, alguns produtores "tradicionais", que não costumavam financiar, fizeram depois de um trabalho das entidades representativas. "Eles estão muito preocupados com a escassez dos recursos do FCO, são pessoas que não costumavam investir em financiamentos e fizeram devido ao trabalho das entidades rurais sobre o FCO", explicou Rodolfo, informando que alguns produtores estão tentando negociar com os fornecedores e com o banco e outros estão "desesperados", se prejudicando.
Para a diretora da Famasul, Tereza Cristina Corrêa da Costa é preciso o apoio dos revendedores para que seja feita uma pressão política para uma mudança no FCO, com o aumento do percentual que vem para a região, a redução da taxa de juros e que os fornecedores conversem com os fabricantes para que aguardem os recursos do Fundo.
A preocupação dos revendedores é que, além da demora para a liberação dos recursos do FCO, o Moderfrota acaba no dia 30 deste mês. "Eles (o Governo Federal) devem lançar outra opção de financiamento para maquinários agrícolas, mas os juros devem ser maiores e o prazo menor", concluiu o empresário Vinícius Correa, da Apoio Rural, informando que já tiveram cancelamentos. Para Roberto Mosena, da empresa Mosena, o problema é que as outras modalidades de financiamento como o Finame é vagarosa e a maior parte dos pedidos não é aceito. "Os recursos saem pingado", comentou, informando que com o Moderfrota o problema se repete.
O gerente de agronegócios do Banco do Brasil, explicou que a primeira parcela do FCO já aprovado pelo banco sai em pelo menos três meses, e que os processos que já estão para ser concluídos serão atendidos, os outros produtores que estão no processo inicial serão aconselhados a mudar de modalidade.

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