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Geral

Polícia tenta apurar se criminalista sofreu ameaça

Aline Queiroz / Campo Grande News - 06 de abril de 2006 - 15:20

A Polícia Civil irá ouvir hoje duas testemunhas com objetivo de apurar se o advogado criminalista Willian Maksoud sofreu ameaças antes do atentado ocorrido na manhã de ontem, no escritório dele, localizado na Rua José Antônio Pereira, região central de Campo Grande. O delegado responsável pelo inquérito, Rodrigo Vasconcelos Braga, explica que irá colher os dois depoimentos para investigar se o crime tem ligação com a atuação profissional de Maksoud. Durante a manhã e a tarde de ontem, três testemunhas foram ouvidas ontem. Até o momento ninguém foi preso pelo crime.

Equipes das Polícias Civil e Militar participam da operação que visa capturar os autores do atentado. Dois homens teriam entrado no escritório do criminalista e, após terem simulado ser familiares de um detento do EPSM (Estabelecimento Penal de Segurança Máxima), um deles invadiu a sala do advogado e efetuou três disparos, que atingiram o ombro e o antebraço de Maksoud. Eles fugiram em uma motocicleta, usada também para chegar no local.

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