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Para Schimidt, resolução do TSE ‘embaralha’ eleições

Marina Miranda e Graciliano Rocha / Campo Grande News - 07 de junho de 2006 - 13:40

A formação de alianças está, neste momento, embaralhada por conta da resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que limita as alianças nos estados - o partido que não lançar candidato a presidente não poderá se aliar, em âmbito estadual, com legendas que lançam ou apóiam candidatos.

Para o presidente regional do PDT, João Leite Schimidt, a decisão deixa o quadro incerto. Em sua avaliação, o presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) perde com a medida porque ela provoca candidaturas mais competitivas, o que significa, dois turnos.

Em Mato Grosso do Sul, o pré-candidato ao governo do Estado, André Puccinelli (PMDB), pode ter problemas com as alianças, mas não tem prejuízo político eleitoral, conforme análise do pedetista. De acordo com ele, o Estado tem uma situação suis generes porque “quem foi prefeito de Campo Grande por duas vezes, é sempre um candidato forte”.

Quanto ao PDT, Schimidt diz acreditar que a legenda deve lançar candidatura própria, o que não deve se refletir em MS, já que o PDT deve manter chapa pura em âmbito federal e estadual, mas não terá candidato ao governo. Para ele, a medida pode ser revista pelo pleno do tribunal. “Eu ainda não processei direito o significado disso (resolução do TSE). Vou para o meu escritório meditar”, finalizou.

Schimidt esteve reunido, há pouco, na Assembléia Legislativa, com o presidente regional do PL, deputado Londres Machado. Os dois debateram a resolução do TSE. Neste momento, a sessão na Casa está suspensa. Os deputados estão reunidos a portas fechadas – o motivo não foi divulgado.

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