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Moka entra com recurso para validar sua vitória no PMDB

Leandro Calixto / Campo Grande News - 07 de abril de 2006 - 17:44

“A mesa diretora da Câmara só vai reconhecer o novo líder do PMDB quando esse deputado for ligado ao governo”. Assim o deputado Waldemir Moka (MS), que venceu a eleição para líder do partido na última quarta-feira com 35 votos contra quatro de Wilson Santiago (PB), reagiu a posição do presidente da Câmara, Aldo Rabelo (PC do B-SP), que não reconheceu a vitória do deputado do Mato Grosso do Sul. Moka já entrou com um recurso na própria Câmara e espera por uma posição até a próxima segunda-feira.

A briga para ver quem é o novo líder do partido está se arrastando há quase um mês. Primeiro Moka foi colocado no posto de comandante da bancada, após 44 deputados assinarem uma lista. Depois disso, Moka foi deposto do cargo. Na semana passada, os dois candidatos assinaram uma lista convocando nova eleição. No dia do pleito, o deputado Santiago e seus aliados não compareceram na votação tentando esvaziar a eleição. Mesmo assim, houve quorum e a eleição foi realizada.

Mas segundo Aldo Rabelo, a assinatura do deputado Geddel Vieira Lima não foi reconhecida. O próprio deputado, no entanto, segundo Moka, assumiu que assinou a lista. “O Aldo é ligado ao presidente Lula. Como sou da ala independente do governo, eles não querem que eu seja o líder”, completou Moka.

Apesar de toda polêmica em torno da escolha do novo líder, Moka avisa que não irá desistir. “Vou continuar lutando. Quero comandar uma bancada justa, inclusive com o presidente Lula. Esperava que minha vitória fosse legitimidade”, completou.

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