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Leia a coluna Amplavisão, por Manoel Afonso

Manoel Afonso/TV Record - 09 de junho de 2006 - 09:53

ALELUIA! Foi um Deus nos acuda na classe política. A verticalização seria pra valer nas eleições deste ano. Deputados ficaram perdidos e sem respostas. Felizmente, pra eles, tudo não passou de um grande susto.

“MADE IN BRAZIL”. O episódio tem exatamente a nossa cara e mostra que a legislação é falha, contraditória, na base do improviso, ao sabor dos ventos e interesses de alguns poucos, com endereço certo.

CONCLUSÃO. O enfraquecimento partidário vai continuar, pois o candidato apenas usa a sigla, sem qualquer outra preocupação. Não há vínculos ideológicos e outros compromissos. É apenas um passageiro.

O MINISTRO Marco Aurélio de Mello (primo do ex-presidente Collor), é tido como preparadíssimo, mas tem forte atração pelos holofotes da mídia. Muito estranha sua reconsideração. Eu diria: um vexame!

MANCADA. O sururu na Assembléia colocou os produtores rurais, mais uma vez, em posição ruim junto a opinião pública por pura falta de habilidade. Falta-lhes muito mais marketing do que dinheiro. Entendeu?

AS LIDERANÇAS do agro negócio ainda não perceberam: a imagem vale mais que mil palavras. A CNA precisa investir na embalagem de seus produtos e fazer do homem urbano seu parceiro, não um inimigo.

RAMEZ. Pode até não estar bem na foto por conta da penosa quimioterapia, mas sua resistência ao câncer, mareja nossos olhos e amolece qualquer coração. Nelson Trad, por exemplo, é seu admirador confesso.

LULA. Continua blindado e rindo por conta das pesquisas. Os ventos sopram a seu favor. Não acredito que a oposição consiga se recompor, principalmente se a Seleção de Parreira vencer o Mundial. Um abraço!

EXCESSOS. Nunca se viu tanta propaganda da Petrobrás e da Caixa Econômica Federal como agora. A despesa da primeira é embutida no preço dos combustíveis e da segunda, na conta da casa própria.

A GLOBO. Não tem jeito. Seu noticiário engana as ingênuas classes C e D, diga-se de passagem, beneficiadas com os programas sociais do Planalto. Enquanto isso, nós da classe média, pagamos a conta.

NOVOS TEMPOS. Ontem, as agressões verbais sem medidas. Hoje, a convivência harmoniosa. E assim Zeca do PT. e Antônio João, comprovam: na política tudo é possível. Até o impossível.



ZECA. Ainda no palanque, culpando o passado e sem projeto de governo. Pelo menos esqueceu a bobagem de trocar o nome do Estado. Inevitável a comparação entre os 8 anos de André e de Zeca. Deu pra sentir?

A VISITA do Lula vai resolver em que? Até agora, nada de ajuda. Se o prestígio de Zeca no Planalto for aferido por conta dos recursos enviados, ele não terá lugar nem no 3º escalão do 2º mandato de Lula.

NA BICA. Caso Dagoberto obtenha 100 mil votos, há chances do PDT eleger dois deputados federais. De olho na chance, o ex-prefeito Enelvo, de Sidrolândia, disse-me estar animado e pede votos por aí.

BRASÍLIA assusta a maioria dos deputados estaduais por razões já conhecidas do público esclarecido. Mas é aquela velha história: temos que mandar oito representantes. Bons, razoáveis e fraquinhos.

O ELEITOR não é ligado na eleição para Câmara Federal, e a via de acesso pode ser menos congestionada, dependendo da coligação. Exemplo: em 2.002, Geraldo Rezende se elegeu com apenas 39.421 votos.

ELEIÇÕES-2.002: Pastor Fidelis, 6.868 votos; Beth Felix, 7.647; Regina Duarte, 7.730; professora Joana, 10.026; Mariuza Carlos, 14.781; Alencar, 16.2l9; Cel. Valmir, 17.138 e Valdete Barros, 18.398 votos.

OS NOMES acima, embora sem estrutura foram importantes no contexto partidário, ajudando a eleger companheiros. Ora! não se ganha eleição só com medalhões. Os “formiguinhas” são indispensáveis.

É DOSE! Os programas políticos na TV. sem conteúdo e mostrando pontos turísticos e cenas do cotidiano. Os textos de publicitário. A última mesmice foi do PTB nacional, que só aumentou a ojeriza do eleitor.

DO LEITOR: ...Agora quero ver: dinheiro para o Bruno Maranhão e seus comparsas o Governo tem. Será que o Lula vai vetar o aumento de 16,7% para nós aposentados? Não vale dizer que “não sabia de nada”.

FIORI GIGLIOTI. Foi a mão de Deus. Perdemos o Fiori em clima de Copa. Gentil e incomparável. Falei várias vezes com ele. Último dos românticos. Ficam seus bordões:
“agüenta coração...abrem-se as cortinas...Pelé – o moço de Três Corações...não adianta chorar...fecham-se as cortinas e termina o espetáculo.”


VAMOS BRASIL, QUE A FÉ TI EMPURRA! (Fiori Giglioti)

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