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Garotinho nega acusações de Veja e mantém greve de fome

Maristela Brunetto / Campo Grande News - 01 de maio de 2006 - 14:49

O pré-candidato do PMDB à presidência da República, o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho classificou de mentirosa e sórdida a ação a divulgação de matérias acusando-o de irregularidades. Ontem, a Veja levou às bancas edição da revista com Garotinho na capa, apontando que ele utilizou para viagens políticas avião pertencente ao contraventor João Arcanjo Ribeiro, 55, conhecido como o "comendador", preso em Cuiabá.
Em nota, o político atribuiu reportagens a uma ação orquestrada pelo sistema financeiro, os bancos e a grande mídia, liderada pelas Organizações Globo e pela Revista Veja “para desconstruir sua imagem como administrador, homem público e ridicularizar suas posições cristãs e éticas”, como divulgou em seu site. Depois da publicação de Veja, ele fez um pronunciamento e anunciou greve de fome por tempo indeterminado.
Garotinho apontou duas condições para o fim da greve de fome: que seja instituída uma supervisão internacional no processo político-eleitoral, que seria para garantir igualdade de tratamento a todos os candidatos; e que os veículos de comunicação cedam espaço equivalente a reportagens classificadas de caluniosas “para que a população possa conhecer a verdade dos fatos”.
Em nota, ele diz que desde que começou a se tornar opção para milhões de brasileiros numa postura contra o neoliberalismo passou a sofre uma “campanha mentirosa e sórdida”.
Sobre a acusação do avião pertencente a Arcanjo, ele argumenta que a aeronave estava alugada a uma empresa de táxi-aéreo, da qual o Cessna utilizado por ele foi alugado. Garotinho é evangélico. Na foto dele publicada na Veja foram desenhados chifre e um rabo.

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