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Fraudes na Previdência podem atingir 1 bi por ano

Nasi Brum/Agência Brasil - 11 de setembro de 2003 - 14:36

As fraudes na Previdência Social podem ultrapassar R$ 1 bilhão por ano.A estimativa é do ministro da Previdência, Ricardo Berzoini. Cálculos de especialistas indicam que os desvios na Previdência podem chegar a até dois por cento de um orçamento anual de R$ 100 bilhões.

O ministro anunciou a ampliação dos grupos de força-tarefa, que têm o objetivo de identificar as fraudes, punir os responsáveis e devolver as quantias desviadas aos cofres públicos. A força-tarefa conta com a participação da Polícia Federal, Ministério Público, e auditores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A primeira força-tarefa foi criada no Rio de Janeiro e só nos primeiros oito meses deste ano, deflagrou 828 operações para recuperar créditos do INSS. Berzoini assinou portarias formalizando mais 13 grupos e, até o final do ano, os investigadores estarão atuando em todo o país.

Durante a assinatura das portarias, o ministro afirmou que o combate à corrupção será uma marca do governo Lula. "O combate será rigoroso, vamos acabar com uma tradição perversa que ocorreu no Brasil durante muito tempo, que é a presença de fraudes no sistema da Previdência", acrescentou.

Ricardo Berzoini disse ainda que sob certo ponto de vista, houve omissão dos governos anteriores no sentido de garantir a segurança de um sistema que movimenta bilhões de reais.
O ministro concluiu que defender o sistema previdenciário também significa a defesa de milhões de brasileiros que dependem dos benefícios pagos para sobreviver. Outro motivo para o fortalecimento da segurança As fraudes na Previdência Social podem ultrapassar R$ 1 bilhão por ano.A estimativa é do ministro da Previdência, Ricardo Berzoini. Cálculos de especialistas indicam que os desvios na Previdência podem chegar a até dois por cento de um orçamento anual de R$ 100 bilhões.

O ministro anunciou a ampliação dos grupos de força-tarefa, que têm o objetivo de identificar as fraudes, punir os responsáveis e devolver as quantias desviadas aos cofres públicos. A força-tarefa conta com a participação da Polícia Federal, Ministério Público, e auditores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A primeira força-tarefa foi criada no Rio de Janeiro e só nos primeiros oito meses deste ano, deflagrou 828 operações para recuperar créditos do INSS. Berzoini assinou portarias formalizando mais 13 grupos e, até o final do ano, os investigadores estarão atuando em todo o país.

Durante a assinatura das portarias, o ministro afirmou que o combate à corrupção será uma marca do governo Lula. "O combate será rigoroso, vamos acabar com uma tradição perversa que ocorreu no Brasil durante muito tempo, que é a presença de fraudes no sistema da Previdência", acrescentou.

Ricardo Berzoini disse ainda que sob certo ponto de vista, houve omissão dos governos anteriores no sentido de garantir a segurança de um sistema que movimenta bilhões de reais.
O ministro concluiu que defender o sistema previdenciário também significa a defesa de milhões de brasileiros que dependem dos benefícios pagos para sobreviver. Outro motivo para o fortalecimento da segurança previdenciária é a expectativa do governo de incluir no sistema mais 40 milhões de brasileiros.

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