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Famasul pede vacinação assistida

Fernanda de Barros - 28 de abril de 2006 - 16:35

O diretor secretário da Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Ademar Silva Junior, participou do lançamento da campanha de vacinação do mês de maio na manhã dessa sexta-feira (28-04), na Embrapa Gado de Corte e declarou que a Famasul e os Sindicatos Rurais do Estado vão solicitar ao Governo Federal e ao Governo do Estado, a implantação do sistema de vacinação assistida nas propriedades de Mato Grosso do Sul. serviço que deve ser executado por técnicos da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal).

“Os produtores rurais pedem para que haja essa vacinação assistida e acompanhada pela Iagro para que não fique suspeitas se os produtores brasileiros vacinam ou não seu rabanho”, explica o diretor. Segundo informações da Iagro 99% do rebanho sul-matogrossense de aproximadamente 25 milhões de cabeças, foi vacinado na última campanha. Neste mês de maio somente no município de Japorã não haverá vacinação, devido a presença de animais sentinelas, inseridos para avaliar se há circulação do vírus da febre aftosa.

Silva Junior alerta que a crise do setor está impactando a economia do Estado e as lideranças políticas assim como a sociedade civil organizada precisam saber que o momento é de unir forças e buscar ajuda. “A volta da aftosa nesse momento está sendo complicada, pois outros setores da cadeia produtiva também estão passando por dificuldades, seja com problemas cambiais, seca, gripe aviária, e apesar de tudo isso temos que enfrentar a crise e seguir em frente”.


O diretor da Famasul salientou que as mobilizações dos produtores que estão ocorrendo em diversos estados e também em Mato Grosso do Sul, são justamente para sensibilizar a sociedade e também os Governos, tanto Federal, quanto Estadual. Os produtores rurais pedem a implementação de uma política específica para setor e protestam protestam contra a atuação do governo federal mediante o cenário de crise que se agrava ano após ano. Entre as reivindicações estão novas medidas do governo como garantia de preços melhores para se prevenirem contra a variação cambial, a renegociação das dívidas e o seguro agrícola.

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