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Direitos do idoso ainda não são aplicados, afirma

Agência Brasil - 19 de março de 2009 - 10:07

Brasília - O presidente da Associação Recreativa da Melhor Idade (Armi), Luís Carlos Fernandes, disse que o idoso brasileiro ainda não tem os seus direitos estabelecidos e que existem algumas dificuldades na aplicação das leis. Ele participou, nessa quarta-feira (18) à noite, em Brasília, da abertura da 2ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa.

“Nós temos dificuldade para que o Estatuto do Idoso seja implantado. Embora conheça os seus direitos, o idoso não sabe cobrá-los”, afirmou Fernandes.

Para o presidente da Comissão de Direitos e Minorias da Câmara dos Deputados, Luís Couto (PT-PB), que também participou da abertura do encontro, o que falta é a aplicação da legislação que já existe.

“Nós temos uma legislação que precisa ser cumprida na sua totalidade. Há muito desrespeito ainda, principalmente com relação ao Estatuto do Idoso. Nós temos contribuído com cartilhas sobre esse direito que o idoso tem, mas ainda há muita violação, principalmente na família”, afirmou o deputado.


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2008, o país tem cerca de 20 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o que representa 10% da população.



Segundo a presidente do Conselho Municipal do Idoso de Porciúncula (RJ) Marly Vieira, é preciso conscientizar a sociedade sobre os direitos dos idosos. “Falta informação. É necessário uma política mais agressiva na conscientização das pessoas de todos os segmentos da sociedade.”


A 2ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa vai até amanhã (20) no Centro de Convenções do Brasília Alvorada Hotel. Antes da conferência foram realizados 1.154 encontros municipais preparatórios, com aproximadamente 60 mil participantes.



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