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12/11/2009 14:42

Xeque-Mate: juiz absolve major, policial e empresário

Edivaldo Bitencourt, Campo Grande News

O juiz da 5ª Vara Federal de Campo Grande, Dalton Igor Kita Conrado, absolveu três denunciados na Operação Xeque-Mate, desencadeada em junho de 2007 para combater a máfia dos caça-níqueis em Mato Grosso do Sul.

Em sentença publicada ontem, Conrado absolveu o major da reserva da Polícia Militar, Sérgio Roberto de Carvalho, o policial civil Edno Medina Marqueti, e o empresário José Edaurdo Abdulahad.

Carvalho e Abdulahad foram denunciados pelos crimes de formação de quadrilha (artigo 288 do Código Penal) e corrupção ativa (art. 333 do CP). Já Marqueti foi acusado destes dois mais corrupção passiva.

Outro denunciado nesta ação penal, Paulo do Carmo Sgrinholi, já havia sido excluído do processo por determinação do magistrado. Em outro processo, foi excluído em decorrência da morte Raimundo Romano.

Xeque-Mate – Desencadeada pela Polícia Federal para combater a máfia dos caça-níqueis, integrada por cinco organizações criminosas em Mato Grosso do Sul, a Operação Xeque-Mate resultou no indiciamento de 58 pessoas, incluindo-se o compadre do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, Dario Morelli Filho.

O ex-deputado federal Nilton Cezar Servo também foi denunciado como sendo um dos responsáveis pela exploração dos caça-níqueis na Capital. Na época da denúncia, gravações telefônicas e a investigação levaram dezenas de pessoas à prisão.

O MPF acabou denunciando 39 pessoas por formação de quadrilha, corrupção ativa, contrabando e falsidade ideológica. A maior parte das ações continua tramitando na Justiça Federal da Capital.

Réus – Carvalho, que já foi condenado a 15 anos de prisão por tráfico internacional de drogas, foi expulso da PM por determinação da Justiça, mas a medida ainda não foi cumprida administrativamente. Ele está preso desde 20 de maio deste ano, quando foi preso em outra operação da PF, denominada Las Vegas.

Ele é acusado de explorar jogos de azar, incluindo-se caça-níqueis com o apoio de policiais militares, como o capitão Paulo Roberto Teixeira Xavier e os soldados Odilon Ferrereira e Marco Massaranduba. Eles foram denunciados e estão sendo processados na 2ª Vara Criminal e na Auditoria Militar da Capital.

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