Cassilândia, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

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10/05/2013 13:10

Vigarista diz ser diácono, amigo do padre e furta R$5 mil em jóias de paroquiana

" Ele pediu para eu entrar na cozinha sentar e rezar dois pai nosso e duas ave maria", contou vítima do golpe

Bruna Girotto

Dona Ilda perdeu R$5 mil em jóias na tarde de ontem (09/05) em Cassilândia (MS). Ela contou no programa Rotativa no Ar da Rádio Patriarca como aconteceu a ação do vigarista.

"Ele bateu palma aqui na porta de casa e eu atendi. Ele disse que era mandado pelo padre, sobrinho da Maria Odete e diácono da igreja", relatou a vítima.

Segunda dona Ilda, o vigarista perguntou se ela aceitava fazer a novena em sua casa. "Ele entrou, arrumou o sofá e disse que dava para colocar a santa e o altar. Eu fui tão fraca. Ele pediu para eu entrar na cozinha sentar e rezar dois pai nosso e duas ave maria e que todos têm de fazer isso para trazer a santa. Ele me deixou sozinha ali. Quando eu saí, parece que ele estava olhando aqui fora. Mas acho que ele estava procurando se tinha saída aqui no fundo. Ele fez que alguém tinha ligado para ele e falou 'ah, o padre Maurílio, é para levar então'... E disse que padre Maurílio mandou levar joias para benzer. Na hora eu pensei 'esse padre Maurílio tá inventando demais'".

Depois de pegar as jóias da vítima ele falou ainda: "A senhora dá uma limpada ali [no local que colocaria a suposta santa] que eu venho agora mesmo".

Ele levou uma corrente grossa, que era herança da sua mãe, além de um pingentinho com três anjinhos, dois aparadores, uma aliança de brilhante e um anel com pedrinha de diamante. "Eu tive sorte que ele não levou o brinco e nem o relógio", relatou.

"Quando ele saiu, eu pensei, fui roubada", disse.

"Minhas jóias valiam uns R$ 5 mil. Quando eu entrei e mandou eu rezar na cozinha, por que não passou isso na cabeça? Ele entrou aqui três horas da tarde de Brasília. Tem essa câmera do banco", contou a vítima.

Igreja - A secretária da Paróquia São José falou com o golpista. Segundo Flávia, ele perguntou o nome do padre, e se ela conhecia alguma Maria, que seria viúva e morava perto da paróquia. Tudo na intenção de realizar o golpe.

O padre Maurílio disse ainda que tem muitos vendedores ambulantes vendendo artigos religiosos usando o nome do padre. "Se alguém usar o nome do padre, me comunica ou liga para polícia direto. Eles chegam vendendo a Bíblia por R$800, e vai caindo até R$50", relatou.

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