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25/12/2008 01:33

Vendas de última hora deixam comerciantes satisfeitos

Luciana Lima, ABr

Brasília - Os números das vendas no comércio para o Natal ainda não foram consolidados mas, de acordo com as impressões do presidente do Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista), Antônio Augusto Morais, elas ultrapassaram as expectativas.

Após conversar com alguns comerciantes, a impressão, segundo Antônio Augusto, é de que os últimos três dias que antecederam o Natal deixaram os comerciantes satisfeitos.

"Ainda não temos dados consolidados, mas fizemos alguns contatos e os comerciantes se mostraram contentes com as vendas nos últimos três dias. Antes disso, a chuva havia atrapalhado muito as vendas e as pessoas adiaram as compras, mas não deixaram de levar o presente de Natal”, comentou o presidente do Sindivarejista.

Um fator apontado pelo Sindivarejista como preponderante para o aquecimento de última hora nas vendas de bens de consumo não duráveis foi terem sido mantidos prazos de financiamento.

"Os prazos não foram reduzidos e o cartão de crédito acabou cobrindo o financiamento. Isso fez com que a venda no chamado ‘varejinho’ aumentasse. Também não houve aumento no preço das mercadorias. Foi bom para o consumidor, principalmente para aquele que estava com dinheiro”, ressaltou Antônio Augusto.

Outro fator considerado pelo Sindivarejista foi o perfil do consumidor do Distrito Federal. “Temos um terço da nossa população economicamente ativa (PEA) formada de funcionários públicos, que tiveram ganhos de anos passados. Trata-se de cerca de 400 mil pessoas que acabaram fortalecendo as vendas no final do ano”, destacou o dirigente sindical.

Já a expectativa para os resultados do comércio de móveis e eletrodomésticos (o chamado linha branca – geladeira, fogão, freezer, máquinas de lavar) não é tão otimista. Isso porque os prazos de financiamento foram reduzidos e as taxas de juros também estiveram altas para o crediário.

Na opinião do presidente Antônio Augusto Morais, em comparação com as vendas do ano passado, o setor deve registrar um pequeno decréscimo, ou, sendo mais otimista, empatar. “O que se pode observar é que o consumidor acabou migrando para o ‘varejinho’, que teve um desempenho melhor”, comentou.



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