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06/10/2004 14:56

Veja a reunião que a cidade não aprovou

João Girotto
Genivaldo NogueiraGenivaldo Nogueira

Enquanto na foto, os atuais e novos vereadores, demonstram estar felizes, o resultado desta reunião deixou a cidade indignada. A primeira reunião, não foi para discutir sobre empregos, prometidos em praça pública. Foi para resolver a questão dos salários dos vereadores que assumirão dia 1º de janeiro, prefeito, vice e secretários municipais.

Entenda o motivo que a cidade se entristeceu

Durante o período eleitoral foi apresentado pelo Legislativo projeto de aumento de salários, dobrando alguns e quase quadruplicando outro. Foi vetado pelo Executivo e retornou para a Câmara que pode derrubar o veto ou não.

O projeto vetado apresenta os seguintes valores: atualmente, o prefeito recebe R$ 4.500 e a partir do ano que vem, R$ 8.900. O vice-prefeito que hoje ganha R$ 1.500, teve aumento para R$ 5.350. Os secretários municipais recebem em torno de R$ 1.350 e os novos terão no contracheque R$ 2.000. Os vereadores que hoje recebem 1.800, poderão receber a partir de janeiro R$ 3.900, além de sessões extraordinárias. O presidente da Câmara, que têm 50% a mais, poderá receber até R$ 5.850. O novo secretário, até R$ 4.770, em função do acréscimo de 30%, pela função.
Para justificar o veto o executivo citou o artigo 37 da Constituição Federal; a difícil situação ds finanças públicas municipais, em consequência dos ajustes que estão sendo aplicados na economia nacional, resultando na queda das receitas oriundas dos governos Federal e Estadual; e a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Ontem o Cassilandianews publicou a seguinte matéria:
Nada ficou resolvido, com relação aos salários de prefeito, vice, vereadores e secretários municipais, na reunião feita pelo presidente eleito, com membros da Câmara Municipal de Cassilândia. Segundo um participante, muita discussão, porém, nenhuma solução. A questão vai ser levada para a assessoria jurídica da Câmara. Outro participante, contou ao Cassilandianews, que alguns dos novos vereadores, participaram da reunião e querem o aumento. Até comentou: "no palanque teve um que falou que era um absurdo o aumento, agora na reunião, quer o aumento. Eu lembrei para ele o fato e ele respondeu que não era bem assim".
O presidente da Câmara Lauro Preis, disse agora há pouco, que já tem o número suficiente de vereadores que votarão para que seja mantido o veto do prefeito. "Só assim para ajudar o novo prefeito que vai entrar", concluiu.

Na manhã de hoje, uma nova reunião foi realizada, quando os sete novos vereadores assinaram um documento apoiando o projeto, autorizando inclusive, a divulgação do mesmo.

Depois da divulgação, pela Rádio Patriarca, as entidades cassilandenses marcaram uma reunião e prometem encaminhar documento mostrando o descontentamento.

O telefone da Rádio Patriarca ficou congestionado com populares expressando a contrariedade pelos fatos.

Resumindo: a Câmara atual aprovou o projeto. Sentiu uma certa rejeição por parte da comunidade. Esperou passar a eleição. Apenas dois vereadores foram eleitos, numa renovação história. Os novos foram convidados para discutir o assunto. Quizeram o aumento. Os atuais vereadores, que foram criticados em praça pública em função dos salários, propuseram um documento, ou seja, que fossem responsáveis. Aceitaram e assinaram.


O que vai acontecer: em função da indignação da comunidade, ficou resolvido que o veto será aceito e um novo projeto será apresentado, com novos valores. Um dos novos disse que será abaixo dos valores de outras cidades da região. A informação, porém, é que os valores votados em cidades circunvizinhas, é alto, comparando à arrecadação de Cassilândia. Segundo o prefeito Jair, o município está tendo um déficit mensal de mais de R$ 100 mil. Voltaremos ao assunto.

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