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07/01/2015 12:36

Veja a repercussão do ataque à revista francesa 'Charlie Hebdo'

Homens armados invadiram sede de publicação e mataram 12 pessoas. Revista já havia sido alvo de atentado por publicar charge de Maomé.

G1

Diversos chefes de Estado e autoridades de órgãos internacionais manifestaram nesta quarta-feira (7) seu repúdio ao ataque contra a sede da revista satírica "Charlie Hebdo", em Paris, no qual pelo menos 12 pessoas morreram.
A revista já havia sido alvo de uma ataque no passado após publicar uma caricatura do profeta Maomé, o que irritou os muçulmanos. Fontes judiciais ouvidas pela France Presse confirmaram a morte de 4 importantes cartunistas franceses no ataque: Wolinski, Charb, Cabu e Tignous.

Confira abaixo a repercussão do caso:

Reino Unido
O premiê britânico, David Cameron, condenou o ataque e o classificou de “doentio”, além de reforçar seu apoio à França na luta contra o terrorismo.
“Os assassinatos em Paris são doentios.Nós estamos ao lado dos franceses na luta contra o terrorismo e na defesa da liberdade de imprensa”, disse o premiê em um comunicado oficial.

Estados Unidos
A Casa Branca condenou “nos termos mais fortes” o ataque. “Toda a Casa Branca se solidariza com as famílias de todos os que resultaram mortos ou feridos neste ataque”, disse Josh Earnest, porta-voz do presidente dos EUA, Barack Obama.

Mais tarde, um comunicado assinado por Obama dizia que "Estamos em contato com as autoridades francesas para fornecer qualquer ajuda necessária para levar esses terroristas à Justiça."

Brasil
A presidente Dilma Rousseff divulgou nota na qual afirmou estar "indignada" com o ataque "terrorista e sangrento". "Esse ato de barbárie, além das lastimáveis perdas humanas, é um inaceitável ataque a um valor fundamental das sociedades democráticas - a liberdade de imprensa".

Nicolas Sarkozy, ex-presidente francês
Atual líder do partido conservador União por um Movimento Popular (UMP), Sarkozy repudiou o atentado "selvagem" e pediu "medidas fortes contra o terrorismo" ao governo, o que disse que "apoiará sem reservas".

"Os culpados por esses atos de barbárie devem ser perseguidos e punidos com a mais extrema severidade", disse. "A França foi atacada de novo pela barbárie terrorista. Não podemos ceder nem um pouco de terreno. Temos que continuar dizendo o que temos que dizer e viver como queremos", complementou.

Alemanha
A chanceler alemã, Angela Merkel, disse que o tiroteio não foi um ataque apenas contra cidadãos franceses, mas contra a liberdade de imprensa e de expressão. Ela afirmou que a Alemanha apoia a França neste momento difícil. "Um ataque que ninguém pode justificar contra a liberdade de imprensa e de opinião, um fundamento de nossa cultura livre e democrática", afirmou em um comunicado.

Comissão Europeia

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse que o crime foi um “ato intolerável”. "Estou profundamente consternado com o ataque brutal e desumano contra a redação da Charlie Hebdo. É um ato intolerável, uma barbárie que questiona a todos nós como seres humanos e europeus", afirmou Juncker em um comunicado.

Otan
O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, condenou o atentado e qualificou a ação de “ato bárbaro” e de “intolerável ataque à liberdade de imprensa”.
“Condeno firmemente o ataque terrorista contra o escritório da revista 'Charlie Hebdo' em Paris. Foi um ato bárbaro e um ataque intolerável à liberdade de imprensa”, disse Stoltenberg em um comunicado. “Todos os aliados da Otan estão unidos na luta contra o terrorismo. O terrorismo, em todas suas formas e manifestações, nunca pode ser tolerado ou justificado”, acrescentou.

Espanha
O governo classificou como "vil e covarde" o ataque terrorista contra a sede da revista. O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, condenou o atentado em sua conta no Twitter e expressou solidariedade ao povo francês.

"Minha firme condenação ao atentado terrorista em Paris, e minhas condolências e solidariedade ao povo francês pelas vítimas. Espanha com a França', escreveu Rajoy na rede social.

Egito
O ministro das Relações Exteriores egípcio, Sameh Shoukry, mostrou sua "enérgica" condenação ao atentado. Segundo um comunicado oficial, Shoukry expressou a solidariedade do país com a França e seu apoio na luta antiterrorista.

"O terrorismo é um fenômeno internacional cujo alvo é a segurança e a estabilidade no mundo", escreveu. Ele pediu ainda que sejam unificados os esforços internacionais para acabar com ele e expressou condolências do Egito às famílias das vítimas.

Vaticano
O Vaticano, sede da Igreja Católica, considerou abominável o atentado em Paris. O porta-voz da Santa Sé, Padre Ciro Benedettini, disse que a ação "é um duplo ato de violência, porque ao mesmo tempo que ataca as pessoas, também ataca a liberdade de imprensa".
O sacerdote disse ainda que o Papa Francisco deve enviar uma mensagem especial ao arcebispo de Paris ainda nesta quarta.

Liga Árabe e Al Azhar
A associação voluntária de estados árabes e a Al Azhar, principal autoridade sunita, condenaram o ataque contra a revista francesa Charlie Hebdo, que deixou 12 mortos.

Al Azhar lamentou o ataque, que classificou de criminoso, e destacou que "o Islã denuncia qualquer tipo de violência", enquanto que a organização árabe, com sede no Cairo, condenou o que chamou de atentado terrorista.

Conselho do Culto Muçulmano
O Conselho Francês do Culto Muçulmano (CFCM) também condenou o atentado. “Este ato bárbaro de uma extrema gravidade também é um ataque contra a democracia e a liberdade de imprensa”, afirma em nome dos “muçulmanos da França” esta instância representativa da comunidade muçulmana mais numerosa da Europa, formada por entre 3,5 e 5 milhões de pessoas.

“Em um contexto internacional político de tensões alimentadas pelos delírios de grupos terroristas que se valem injustamente do Islã, convocamos todos os que estão atados aos valores da República e da democracia a evitar as provocações que só servem para jogar mais lenha na fogueira”, prossegue.

O Conselho convoca, por sua vez, a “comunidade muçulmana a se mostrar vigilante diante das eventuais manipulações de grupos com intenções extremistas, sejam quais forem”.

Rússia
O presidente russo, Vladimir Putin condenou “energicamente o terrorismo em todas as suas formas”, de acordo com seu porta-voz, Dmitry Peskov, citado pela agência de notícias TASS, acrescentando que Putin expressou suas condolências aos franceses.

Itália
O chefe do governo italiano, Matteo Renzi, escreveu no Twitter: “horror e consternação pelo massacre de Paris, proximidade total com (o presidente francês François) Hollande neste momento terrível, a violência sempre perderá para a liberdade”.

Unesco
A diretora geral da Unesco, Irina Bokova, também disse estar horrorizada. “Meu pensamento está com as famílias das vítimas e dos feridos. Também é um ataque contra a imprensa e contra a liberdade de expressão”, afirmou.

“A comunidade internacional não pode deixar que os extremistas semeiem o terror e impeçam a livre circulação das opiniões e ideias”, acrescentou Bokova.

Dinamarca
A primeira-ministra dinamarquesa, Helle Thorning-Schmidt, também condenou o ataque. “A sociedade francesa, como a nossa, é aberta, democrática e se baseia em uma imprensa livre e crítica. São valores enraizados em todos nós que precisam ser protegidos”, explicou.

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