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09/06/2005 07:23

União cancela concurso de agente penitenciário

Aline Rocha/Campo Grande News


Depois de 15 dias da descoberta de fraude na realização do concurso de agente penitenciário federal, pelo menos 8.392 candidatos de Mato Grosso do Sul e mais de 43 mil em todo Brasil farão novamente as provas no próximo dia 17 de julho. A decisão de cancelar o concurso foi tomada esta tarde pela Secretaria Executiva do Ministério da Justiça.

A resposta oficial da União é de que "não houve sigilo e segurança necessários para a realização das provas". A decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira. O Ministério teve 15 dias, a contar da descoberta da fraude no dia da prova em 22 de maio, para analisar a continuidade ou não do processo.

O concurso, que vai selecionar 368 candidatos para trabalhar nos presídios federais de Campo Grande, Catanduva (PR) e Cuiabá (MT) continuará nas mãos do Cespe (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos).

Segundo o Ministério da Justiça, os candidatos inscritos não terão prejuízo nem precisarão pagar novamente pelo concurso. Agora, o Depen (Departamento Penitenciário Nacional) decidiu colocar a PF (Polícia Federal) para acompanhar toda a realização do concurso, desde a confecção das provas até a aplicação nas capitais.

Os detalhes de edital e horários de provas ficarão sob responsabilidade do Cespe (www.cespe.unb.br). No dia das provas pelo menos dois agentes da PF estarão nas salas acompanhando a realização das mesmas. O Ministério informou ainda que não haverá abertura de novas inscrições.

Os candidatos indiciados que já foram liberados pela polícia vão poder fazer as provas, mas os antecedentes criminais serão avaliados para a convocação independente do resultado. A investigação a respeito da fraude, que envolve 10 concursos em todo Brasil, está sendo feita pela Polícia Civil de Brasília e pela PF.

A fraude no concurso foi detectada no dia da realização da prova, quando a Polícia Civil do Distrito Federal prendeu 80 pessoas que faziam parte de uma quadrilha que fraudava concursos públicos no País. Além de agir no Distrito Federal, a quadrilha tinha ramificações nos estados do Pará, Piauí, Goiás, Paraná, Rio de Janeiro e Mato Grosso, onde nove pessoas foram presas. O grupo de fraudadores era comandado pelo técnico judiciário do Tribunal de Justiça do DF, Hélio Ortiz.

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