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26/02/2015 15:25

Terceiro maior produtor de eucalipto do país, MS quer ampliar setor

Campo Grande News

Mato Grosso do Sul tem a 3ª maior floresta de eucalipto do país, mas quer avançar na produção de madeira. Para isso, foi lançado hoje (26) o 4º MS Florestal (Congresso Florestal de Mato Grosso do Sul), que vai acontecer nos dias 13, 14 e 15 de abril no centro de convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande.

O lançamento do evento aconteceu na Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul) na manhã desta quinta-feira e contou com a presença, entre outras autoridades, do governado do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB).

Na ocasião, Azambuja destacou a importância da produção de madeira para a economia do Estado. Atualmente, MS conta com pouco mais de 800 mil hectares de eucalipto plantado, produz 1 milhão de metros cúbicos por mês e emprega, diretamente, 100 mil pessoas. Essa produção atende duas indústrias de celulose e uma de carvão vegetal do Estado, mas a intenção é expandir o setor.

Fomento - Por isso, entre os objetivos do congresso florestal está a discussão de caminhos que levem ao aumento dos investimentos na área. "Precisamos ter rapidez e agilidade para apressar licenciamentos ambientais. Vamos construir uma política sustentável para o setor de florestas do Estado, que será apresentada no MS Florestal", garante o governador.

De acordo com Moacir Reis, presidente da Reflore/MS (Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas), Mato Grosso do Sul possui de 5 a 9 milhões de hectares de áreas degradadas devido às pastagens. "Nossa ideia é utilizar essas terras para o plantio de eucalipto e fomentar a economia", afirma.

Obstáculos - Entre os desafios está a meta de dobrar a produção de madeira na região que, para ser realidade, precisa enfrentar as dificuldades de logística. "Nosso principal gargalo atualmente é a logística. As rodovias estão passando por um momento de transição e temos um déficit de infraestrutura devido à quantidade de caminhões que circulam pelas estradas, que não conseguem comportar", explica Reis.

"Buscamos a duplicação dessas estradas ou a abertura de vicinais, afinal, a cadeia produtiva envolve a logística, que é muito responsável pelo encarecimento da produção", completa.

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