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28/02/2013 16:14

Tarifa da Enersul em 74 cidades deve ficar 3,7% mais baixa a partir de abril

Luciana Brazil, Campo Grande News

Além da redução determinada pelo Governo Federal, a tarifa de energia em 74 cidades de Mato Grosso do Sul deve ter nova mudança, para menos, em abril. É o que está previsto para a revisão tarifária deste ano da Enersul (Empresa Energética de Mato Grosso do Sul), que está em curso e foi discutida nesta manhã em Campo Grande.

O percentual preliminar médio de reduação proposto pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) foi de 3,67%, mas o índice final só será definido no início de abril, quando o assunto será deliberado pela diretoria da Aneel. A base da tarifa será válida até 2018.

Depois de homologada a revisão, os consumidores só começarão a sentir o corte nos gastos no mês seguinte, em junho.

A redução é resultado de uma revisão tarifária feita periodicamente pela Agência, a cada quatro anos, em média. Uma audiência pública realizada na manhã de hoje no Centro de Convenções Albano Franco, em Campo Grande, deu oportunidade para que o consumidor e representantes do setor possam contribuir com a discussão, como afirmou o diretor da Aneel, Romeu Rufino. Desde o dia 31 de janeiro a Agência Nacional vem recebendo subsídios para aprimorara a revisão. O prazo para enviá-las termina amanhã.

O consultor do Ibecon (Instituto Brasileiro de Economia e Finanças) Jenner Ferreira acredita que o valor da redução possa atingir até 5% para consumidores residenciais. “O valor da redução depende da classe em que o consumidor está. O industrial, por exemplo, não sente tanto no bolso, já que são poucas indústrias no Estado para se dividir os custos do abastecimento”. Independente da base fixada, a tarifa é corrigida anualmente.

A revisão tarifária no Estado coincide com a redução estrutural feita pelo Governo Federal em vigor desde janeiro, e que reduziu a tarifa de energia em todo país.

De acordo com Rufino, desde 2008 o aumento no preço tem sido inferior a qualquer índice de inflação.

O deputado estadual Marcos Trad, que presidiu a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Enersul em 2007, destaca os índices que considera extremamente abusivos. “De 1997, quando a Enersul foi privatizada, até 2007, quando houve a CPI, foi registrado aumento de 334,26%, enquanto a inflação aumentou 159,69%”, enfatizou o deputado.

Segundo Trad, em 2007 os consumidores do Estado gastavam 13,81% do salário-mínimo para pagar a conta de luz. Em 2013 esse percentual caiu para 6,43% do salário. Em 2007, antes da CPI, a tarifa era de 0,433 e hoje é de 0,360.

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