Cassilândia, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

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19/09/2013 08:43

Sindicato diz que 400 funcionários dos Correios estão parados

Campo Grande News/ Bruno Chaves e Aliny Mary Dias

A greve deflagrada pelos trabalhadores dos Correios e Telégrafos em 24 estados do Brasil, a meia-noite de ontem (18), já conta com a participação de 400 servidores em Mato Grosso do Sul, segundo estimativa do Sintect-MS (Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares do Estado).

De acordo com o secretário geral do sindicato, Alexandre Takachi, cerca de 70% da distribuição das correspondências de Campo Grande estão paradas. Já em Dourados, esse índice chega a 80%. “Todos os prazos de entrega de correspondências, seja sedex, encomenda ou carta simples, serão afetados”, afirmou Takachi.

Três Lagoas, Corumbá, Camapuã, Itaquiraí, Iguatemi, Itaporã e Paraíso das Águas são as cidades que aderiram 100% a greve. “No interior, quase todas as agências estão fechadas. Mas em Campo Grande, apesar da paralisação dos funcionários, nenhuma fechou as portas”, revela.

O secretário ainda afirmou que 12, dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, aderiram ao movimento grevista.

Dos 400 trabalhadores que cruzaram os braços, 125 são carteiros de Campo Grande. O grupo está reunido, neste momento, em frente ao Centro de Tratamento de Encomendas e Cargas da Capital, que fica no cruzamento da Rua Barão do Rio Branco com a Avenida Ernesto Geisel.

Parte dos funcionários saiu rumos às agências da Capital para convidar os demais servidores a participarem da greve. Ainda conforme Takachi, existe a possibilidade de o grupo dos Correios se unir em um manifesto com os bancários, que também entraram em greve.

Reivindicações – A categoria reivindica 7,13% de reposição da inflação; aumento real de 15%; aumento linear de R$ 200,00, mais as perdas salariais pela manutenção do Correio Saúde e contra a Postal Saúde; entrega de correspondências somente pela manhã; e jornada de 6 horas para os atendentes.

Os trabalhadores recusaram proposta dos Correios de 8% de reajuste salarial mais 6,27% nos benefícios: vale refeição, vale-creche e vale cesta.

A greve é por tempo indeterminado. Takachi explica que empresa e trabalhadores não entram em acordo sobre os benefícios desde agosto, mês considerado data-base para negociação salarial.

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