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24/11/2020 18:00

Servidores são presos suspeitos de utilizarem contracheque falso para consignado

Fonte: Polícia Civil do Estado de Goiás

Redação
Servidores são presos suspeitos de utilizarem contracheque falso para consignado

A Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GREF/DEIC), prendeu em flagrante, na última quinta-feira (19), uma servidora pública ocupante de cargo comissionado de assessoria na SEAD (Secretaria de Administração) e um Vigilante Penitenciário Temporário (VPT), ambos pelo uso de documentos públicos falsos.

Os documentos seriam utilizados supostamente para obtenção de empréstimo consignado nos valores aproximados de R$ 21 mil e R$ 42 mil.

Ambos foram presos logo após apresentarem contracheques pessoais adulterados ao correspondente bancário autorizado pela Caixa Econômica Federal para formalização do consignado. No documento forjado, além de outras informações modificadas, constava que o cargo ocupado era efetivo.

Motivo da falsificação

Os contracheques foram fraudados, haja vista que titulares de cargos temporários e em comissão não são autorizados a obter empréstimo nessa modalidade, por conta da precariedade do vínculo com o Estado.

Graças à ação da equipe de investigadores do GREF/DEIC, a vantagem financeira pretendida não foi alcançada, uma vez que a fraude foi descoberta antes da transferência dos valores solicitados. Com efeito, após serem informados da suspeita da fraude e ao checar a veracidade das informações, constatou-se que os documentos apresentados e os dados fornecidos pelos funcionários públicos não condiziam com aqueles constantes dos assentos funcionais.

A prisão se deu no estabelecimento do correspondente bancário, logo após a entrega dos documentos mencionados. As investigações continuam no intuito de identificar os intermediários que captavam os servidores públicos interessados no esquema e adulteravam os contracheques. Estima-se que, pelo menos, outras 10 pessoas valeram-se do esquema fraudulento, o que será apurado na instrução do inquérito policial.

Os autuados foram recolhidos ao Presídio local e, após a comunicação da prisão, passaram à disposição da Justiça. Já o inquérito policial deve ser concluído em 10 dias.

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