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28/02/2007 20:09

Servidores escolhem nesta 5ª comando da Cassems

Marta Ferreira/Campo Grande News

O eleitorado é maior do que o de boa parte dos municípios de Mato Grosso do Sul, 45 mil pessoas. O orçamento em jogo também chama atenção, R$ 6,5 milhões mensais, ou R$ 78 milhões anuais. Por esses fatores, aliados ao fato de ser a primeira vez em que há disputa, a eleição marcada para esta quinta-feira do novo comando da Cassems, o plano de saúde dos servidores estaduais, mobiliza uma estrutura digna das campanhas eleitorais. Propaganda na tv, na internet, cabos eleitores e até denúncia de uso de prédios públicos estão entre os componentes da disputa e que a aproximam das eleições para cargos públicos.

Só para organizar a votação 500 pessoas vão trabalhar, segundo o presidente da comissão eleitoral, o vice-presidente da Associação dos Servidores da Assembléia Legislativa, Reginaldo da Silva Paulino. São servidores que, em sua maior parte, atuarão como mesários nas seções de votação.
A votação ocorrerá das 8h às 18h, em todo o Estado, mas o resultado pode levar até sábado para ser conhecido, porque haverá a possibilidade de voto em trânsito, usando urnas de lona e cédula de papel. Para a votação no domicílio dos servidores, o voto será em urnas eletrônicas da justiça eleitoral, carregadas com um programa específico para a disputa na Cassems. Serão usadas 125 máquinas. O plano tem 57 mil associados, mas só votam os titulares e por isso o universo de eleitores é menor.

O plano de saúde, que existe desde 2000, quando a lei determinou que os Estados não deveriam custear nem previdência nem atendimento de saúde para o funcionalismo, já teve uma eleição nesse período, com chapa única. Lauro Davi, que presidia o conselho, foi reconduzido. À época, o contingente de servidores que compareceu às urnas não passou de 9 mil.

Agora, o presidente da comissão acredita que pelo menos 15 mil devem ir votar, em razão da polarização. Mesmo com a maior publicidade e o acirramento da disputa, Paulino avalia que a campanha foi tranqüila. Segundo ele, houve uma denúncia de uso de prédios públicos para angariar votos, mas não se concretizou.

Ele não tem estimativa de custo do processo eleitoral. O estatuto da Cassems não prevê esse tipo de controle, nem para as campanhas dos candidatos.

Padrinhos políticos - A eleição na Cassems também ganha cunho político-partidário ao colocar em oposição nomes apoiados por dois parlamentares da legenda que governou Mato Grosso do Sul até o ano passado, o PT. O professor Lauro Sérgio Davi, 50, atual presidente, enfrenta a também professora Fátima Silva, 40, que já presidiu o maior sindicato do Estado, a Fetems (Federação dos Trabalhados em Ensino Público), e hoje ocupa o cargo de secretária de Relações Exteriores da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação . Lauro tem o apoio do deputado federal Antonio Carlos Biffi, enquanto Fátima Silva tem a benção do deputado federal Vander Loubet. Quem vencer a disputa, além de administrar um orçamento milionário, tem direito a um salário próximo de R$ 12 mil.

Serviço - Em Campo Grande, os segurados terão transporte gratuito, saindo da praça do Rádio Clube durante todo o dia até a sede da Cassems, na rua Antônio Maria Coelho, para votar. Não haverá votação na unidade que fica na rua Abrão Júlio Rahe. No interior, a votação pode ser realizada nas unidades da Cassems

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