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10/04/2005 08:05

SENAR-AR/MS contribui para aperfeiçoar apicultura

Aplicado quase exclusivamente como medicamento, o mel e seus derivados podem ser instrumentos rentáveis aos pequenos produtores, como defende o presidente da Federação das Associações dos Apicultores de Mato Grosso do Sul (FAAMS), Júlio Carvalho. Conforme o presidente, atualmente o Estado produz em média 800 toneladas de mel, volume que não é considerando elevado, deixando clara a possibilidade de expansão.

O crescimento da atividade pode ser comprovado pelas ações da Agência de Promoção de Exportações do Brasil (APEX), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, que a partir de 2002 passou divulgar a cadeia do mel no exterior. Como resultado, dois anos depois, as exportações de mel atingiram US$ 24,6 milhões nos cinco primeiros meses de 2004. “É um mercado que continua crescendo, mesmo que não seja no mesmo ritmo de outros”, explica Carvalho.

Por ser um produto que extrapola a aplicação medicinal, tendo comprovada utilização alimentar e em franca expansão no mercado doméstico e internacional, o mel tem diversos derivados, mas sua produção precisa ser regulada e sistematizada. Por esse motivo, o presidente da FAAMS defende o aperfeiçoamento e a capacitação do homem do campo para desenvolver a apicultura. Como instrumento para a capacitação e qualificação na apicultura, Carvalho cita o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Administração Regional de Mato Grosso do Sul (SENAR-AR/MS). “O SENAR-AR/MS tem sido o braço de apoio da atividade por meio das ações de capacitação. Ainda há demanda para desenvolver mais eventos voltados para a apicultura”, destaca.

Segundo Carvalho, além da capacitação, o trabalho do SENAR-AR/MS tem auxiliado no aperfeiçoamento de quem já desenvolvia a atividade. “Muitos apicultores aprenderam na prática e quando passam pela capacitação percebem o quanto eles estavam equivocados em alguns processos”, relata.

Para o presidente da Federação, a capacitação profissional tende a aperfeiçoar o mercado cujo produto ofertado é de alta qualidade. “A qualidade do mel brasileiro é inigualável. O Brasil tem a seu favor condições ideais de clima, sem poluição, abundância e variedade de floradas”, aponta.

Outro ponto positivo resultante da qualificação e capacitação profissional para a apicultura é, segundo Carvalho, o fortalecimento do setor no enfrentamento de desafios do mercado internacional, especialmente o preço, “achatado” por grandes produtores, como a China. “É preciso estar preparado para este mercado”, defende.



Sandra Luz

Time Comunicação

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