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16/09/2009 09:04

Senador e Fiems pedem prorrogação de energia extra

Cadú Bortolotto, assessoria

Enquanto não são concluídas as negociações técnicas e operacionais junto à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para revogar portaria que impede a comercialização de energia elétrica a baixo custo no horário de ponta, das 17h30 às 20h30, a Enersul decidiu estender por mais 30 dias o Programa Energia Extra, que permite as indústrias de Mato Grosso do Sul pagarem R$ 0,35 pelo kW/h (quilowatt/hora) contra R$ 1,60 cobrados normalmente. O benefício terminaria nesta terça-feira (15/09), mas a pedido do senador Delcídio do Amaral (PT/MS) e do presidente da Fiems, Sérgio Longen, foi prorrogado até 15 de outubro.

Segundo Sérgio Longen, a decisão da Enersul é um alívio para as 500 indústrias que se beneficiam do Energia Extra . Apenas no setor de alimentação são 1,6 mil trabalhadores que já temiam pelo início das demissões, conforme o presidente o presidente do STIACG (Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Alimentação de Campo Grande), Rinaldo de Souza Salomão.

Na avaliação de Longen, não é razoável que essas 500 indústrias migrem para o uso de geradores movidos a óleo diesel, considerada uma energia suja, preterindo a energia fornecida pela concessionária, que é uma energia limpa proveniente das hidrelétricas. Ele lembra que no dia 3 de setembro foi realizada reunião em Brasília com o diretor de regulação da Aneel, Romeu Donizete Rufino, para que fosse encontrada uma solução definitiva para o impasse. Na época, Romeu Rufino explicou que a manutenção do Energia Extra é um processo que envolve outros estados, e, por isso, a decisão terá de ser tomada pelo colegiado da agência reguladora.Por esse motivo a solução que vier a ser adotada para Mato Grosso do Sul será estendida a todo o Brasil.

O senador Delcídio do Amaral destacou o esforço conjunto da Enersul e Fiems para a manutenção do Programa e reconheceu a dificuldade do setor industrial em produzir no horário de pico caso o benefício seja suspenso. Ele informou que pretende apresentar no Senado Federal um projeto de lei para permitir que o consumidor industrial migre para a categoria de consumidor livre.

“Na prática, essa possibilidade permitirá aos grandes consumidores adquirir energia elétrica no mercado nacional a custo mais barato, deixando de depender das concessionárias de energia”, explicou.

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