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29/06/2005 07:14

Senado: Juvêncio diz que deixa PDT, se houver imposições

Fabiana Silvestre/Campo Grande News

O senador Juvêncio César da Fonseca (PDT) admitiu nesta terça-feira que poderá apoiar outro nome ao Senado em uma coligação formada pelo partido. A condição para abrir mão da disputa pela reeleição, conforme Fonseca, é que o outro nome seja consenso entre os pedetistas.

“Eu acataria outro nome se esse outro nome e o meu forem colocados na convenção do partido e eu for vencido nas prévias. Se houver esse convencimento, eu poderia apoiar tranquilamente”, afirmou ao Campo Grande News.

O pedetista reitera que “tentará de todas as formas” viabilizar a candidatura dentro da sigla. “Quero ter o direito de colocar a minha candidatura em discussão. Não podemos aceitar uma decisão assim, imposta. Falta democracia”, diz o senador, referindo-se ao acordo firmado entre o presidente regional do PDT, João Leite Schimidt, e o governador Zeca do PT.

Pela parceria, que hoje garante a governabilidade a Zeca – já que o partido, com 7 dos 24 deputados, integra a base aliada – o PDT continuará com o PT em 2006, apoiando a candidatura do senador Delcídio do Amaral ao Governo do Estado e de Zeca do PT ao Senado.

“Ele [Schimid] fez um acordo dois anos antes da eleição. Isso prejudica demais o partido e inviabiliza as articulações para as alianças”, analisa.

Fonseca destaca que não pensa em solicitar a intervenção no partido, apesar da animosidade com o presidente regional. “Isso é conversa para aumentar ainda mais a animosidade entre eu e o Schimidt. Estou trabalhando para viabilizar meu nome”, diz o senador.

Ele explica que enfrenta resistência interna, já que não pode comparecer às reuniões marcadas pelo diretório. Conforme Fonseca, os encontros são sempre nos dias de sessões do Congresso Nacional, quando está em Brasília. "Ninguém marca reuniões no sábado e domingo, quando estou em Campo Grande", afirma.

Saída do PDT – Caso persista a “decisão de um só”, como qualifica a orientação do diretório regional de apoiar Zeca ao Senado, sem discussão interna, Fonseca diz que cogitará a mudança de partido. “Isso é assunto para daqui mais algum tempo, mas pensaria se continuar essa agressão verbal ao meu nome”, conclui. O novo destino político ainda seria definido, conforme o senador.

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