Cassilândia, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

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12/11/2007 16:29

Saúde convoca 3.002 médicos de MS

Agência Saúde

Os médicos de Mato Grosso do Sul estão sendo convocados para o esforço de evitar as mortes relacionadas à dengue hemorrágica, a forma mais grave da dengue. Em uma ação conjunta, o Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Medicina estão enviando 3.002 cartas para profissionais médicos, alertando e convocando para essa mobilização nacional. Em todo o país, serão acionados 300 mil médicos.

Neste ano, a doença já causou 121 mortes e contaminou mais de 480 mil pessoas. Em Mato Grosso do Sul, a doença atingiu 72.265 pessoas até setembro, sendo registrados 91 casos de dengue hemorrágica e 19 mortes.

“É inaceitável haver mortes relacionadas à dengue hemorrágica, quando há um sistema de saúde estruturado como o brasileiro”, disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. A estratégia tem o objetivo de mobilizar os médicos a diagnosticar a dengue no seu estágio inicial. A devida atenção ao paciente reduz a praticamente zero a possibilidade de morte por dengue hemorrágica.

A medida será complementada com o envio de um CD que está sendo produzido também pela parceira entre o Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Medicina. O material trará informações sobre os sintomas da doença, o diagnóstico e o que deve ser feito pelo profissional. Além disso, estará disponível no site do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br/svs) um guia atualizado de diagnóstico e clínica médica.

Um dos pontos que favorecem o surgimento da dengue hemorrágica é a circulação em território nacional de três dos quatro sorotipos existentes da dengue, o DEN1, DEN2 e DEN3. A dengue requer cuidado em todas as regiões, pois o mosquito transmissor, o Aedes aegypti, tem demonstrado sua capacidade de adaptação, até em locais em que tradicionalmente não aparecia, com no Sul e regiões serranas.

Os sintomas mais evidentes da doença são febre, dor no corpo e falta de apetite. Nesses casos, a população deve procurar um médico, que será capaz de dar o tratamento adequado para cada caso. O índice de morte por febre hemorrágica tem sido de 10% no Brasil.

Campanha - A Campanha Nacional de Mobilização contra a dengue começou em outubro. Ela é diferenciada, pois antecede o período das chuvas. Ou seja, dá tempo para um trabalho de prevenção, antecipando a época crítica da doença.

O tema deste ano é “Combater a dengue é um dever meu, seu e de todos. A dengue pode matar”. A ação tem o objetivo de estimular a população a eliminar os locais de água parada, onde o mosquito transmissor se multiplica.

A prevenção é a melhor forma de combater a doença. Esvaziar garrafas paradas, não estocar pneus em áreas descobertas, não acumular água em lajes ou calhas, colocar areia nos vasos de planta e cobrir bem tonéis e caixas d’água são algumas iniciativas básicas.

A campanha nacional também adotou a regionalização, como sua característica mais forte. As propagandas em rádio e televisão veiculam informações de acordo com o clima de cada região, para ter um melhor aproveitamento deste esforço.

Também houve uma preocupação de que a população se identificasse com a campanha. Usou-se para isso o hip hop, o baião, o samba, o sertanejo, o calypso e a guarânia nas localidade onde esses ritmos são mais fortes.

Na televisão, são seis filmetes que mostram preocupações básicas, como a de não deixar água parada em pneus e cobrir bem as caixas de água.

Outra ação em andamento é o LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes aegypti), que permite a identificação dos bairros e áreas de maior risco em cada município. A ferramenta possibilita a adoção de medidas capazes de reduzir a infestação do mosquito transmissor da doença.

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